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	<title>Pedro Roque &#187; Economia</title>
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		<title>Porto Santo é a Cidade Insular com Maior Poder de Compra</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 11:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Porto Santo é a cidade insular melhor classificada, situando-se à frente de cidades como Aveiro, Funchal e Coimbra, apresentando um índice percentual de 139,92 e ocupando o 7º lugar no 'ranking' das cidades portuguesas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Roberto Silva atribui classificação ao facto dos funcionários públicos receberem um complemento de 30% nos salários. Actividade turística é apontada também como um dos factores que contribuem para o aumento do índice nacional</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="alignnone" title="porto santo" src="http://sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc3/hs116.snc3/16357_1276728923758_1396031083_756115_4767394_n.jpg" alt="porto santo" width="500" /><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Porto Santo é a cidade insular melhor classificada, situando-se à frente de cidades como Aveiro, Funchal e Coimbra, apresentando um índice percentual de 139,92 e ocupando o 7º lugar no &#8216;ranking&#8217; das cidades portuguesas, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) referentes ao poder de compra concelhio, datados de 2007. Estes dados foram revelados hoje pela agência Lusa no seu serviço de noticiário nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa entrevista dada à Lusa, a propósito desta classificação, e também divulgada hoje, o presidente da Câmara de Porto Santo, Roberto da Silva, considera que este resultado está relacionado com alguma paz social na ilha e também com o facto de existir muito turismo e muitos funcionários públicos que recebem um subsídio de insularidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Na ilha, &#8220;48 por cento da população, ou seja, 1.350 pessoas são funcionários públicos que têm um acréscimo no vencimento de 30 por cento de subsídio de insularidade&#8221;, uma situação a que se soma o facto de &#8220;15 por cento da população do Porto Santo estar ligada à hotelaria, é uma ilha de serviços&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Temos que ter em consideração também o grande investimento público que foi feito, aqui, nos últimos anos e concretamente entre 2000 e 2007 a par de um &#8216;boom&#8217; na área da construção civil em que foi injectado muito dinheiro na ilha&#8221;, acrescenta Roberto Silva.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os próprios funcionários públicos, alguns deles, depois das suas horas de trabalho ainda faziam alguns trabalhos na construção civil&#8221;, recorda.</p>
<p style="text-align: justify;">No ranking dos concelhos com melhores poder de compra em Portugal (dados do INE referentes a 2007) o Funchal surge também no grupo dos 15 melhores. <strong>A listagem é liderada por Lisboa, Oeiras e Porto.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Impostos 2010: Tudo o que Ganhaste até Hoje vai para o Estado</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 19:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[AIP]]></category>
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		<category><![CDATA[Dia da Libertação do Sector Público]]></category>
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		<category><![CDATA[sector público]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim é verdade. A partir de amanhã o português médio já terá ganho o suficiente para pagar todos os seus impostos. Ou seja, tudo aquilo que arrecadou nos últimos 133 dias de trabalho  vai parar direitinho para os bolsos do Estado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="impostos" src="http://static.open.salon.com/files/taxes1222829185.jpg" alt="" width="318" height="396" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Há vários anos que a Associação Industrial Portuguesa (AIP) estima o chamado Dia da Libertação dos Impostos em Portugal, em colaboração com o Gabinete de Análise Económica da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa. Para 2010 a &#8216;efeméride&#8217; está agendada para amanhã, 13 de Maio, um dia mais tarde do que no ano passado.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Isto quer dizer que, a partir de amanhã, o contribuinte médio já trabalhou o suficiente para pagar todos os impostos que lhe serão cobrados ao longo de todo o ano. Ou seja, em média, é preciso trabalhar 133 dias para se ganhar o suficiente para cumprir todas as obrigações fiscais.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta estimativa situa-se um dia adiante ao resultado de 2009 e ocorre cinco dias antes do que 2008, o que significa que nesse ano a carga fiscal era maior.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="estado impostos" src="http://2.bp.blogspot.com/_7i3AwV5S9-U/SDwC6mnxX2I/AAAAAAAAA1A/HQwviYSYvM8/s400/income-tax-tom.jpg" alt="" width="400" height="332" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para extrapolar esta estimativa, a AIP socorre-se de informação relativa à execução orçamental de 2009 e dos primeiros meses do corrente ano. Também tem emconta o crescimento da receita fiscal previsto no Orçamento do Estado para 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém estes cálculos não incorporam o efeito das medidas adicionais de consolidação orçamental que serão anunciadas em breve e que podem passar não só pelo aumento de impostos já existentes (como o IVA em dois pontos percentuais para uma taxa normal de 22%), como pela criação de novas tributações. O que iria aumentar, sem dúvida, o número de dias de trabalho destinados apenas a pagar impostos.<br />
Trabalhar para pagar o sector público</p>
<p style="text-align: justify;">A AIP estimou outro indicador, o Dia da Libertação do Sector Público, que tem em conta todo o tipo de tributação, nomeadamente a que está associada ao défice. Em 2010, os portugueses irão trabalhar até 7 de Julho, 188 dias, para pagar a totalidade do sector público, mais dois dias que em 2009.  A AIP antecipa que &#8220;deverá manter-se a trajectória de aumento deste indicador&#8221;. Ete resultado &#8220;é explicado, em parte, pelo fraco crescimento económico esperado para 2010 e pela manutenção ou ainda não reversão de algumas medidas de estímulo orçamental adoptadas em meados e no final de 2008&#8243;.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte</strong>: Expresso</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bolsa Portuguesa Está a Subir 10% na Melhor Sessão de Sempre</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 12:47:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ataque ao euro]]></category>
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		<description><![CDATA[A bolsa nacional está a acentuar os ganhos e sobe já mais de 10%, sendo que se fechar com este registo conseguirá a melhor sessão de sempre. O plano de resposta ao ataque contra o euro, o compromisso do Governo em acelerar a redução do défice e a possibilidade de intervenção do BCE explicam o "rally".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">A bolsa nacional está a acentuar os ganhos e sobe já mais de 10%,  sendo que se fechar com este registo conseguirá a melhor sessão de  sempre. O plano de resposta ao ataque contra o euro, o compromisso do  Governo em acelerar a redução do défice e a possibilidade de intervenção  do BCE explicam o “rally”.</h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="bolsa de valores" src="http://www.imgnanas.com/images/308_dinheiro_como_investir_seu_din.jpg" alt="" width="460" height="345" /></p>
<p style="text-align: justify;">O PSI-20 avança 10,26%  para 7.303,98 pontos, com as 20 cotadas a valorizarem mais de 3%. Na  Europa o dia está também a ser de fortes ganhos, com o Stoxx 600 a  avançar 6%, enquanto apenas Madrid e Atenas ganham mais que Lisboa. O  IBEX ganha 11,73% &#8211; também a melhor sessão de sempre &#8211; e a bolsa de  Atenas aprecia 11,25%.</p>
<p style="text-align: justify;">O ganho diário do PSI-20 é  actualmente já o melhor de sempre, superando a valorização de 8,03%  conseguida a 19 de Setembro de 2008 e a maior subida de sempre do índice  de acções português, que ocorreu a 13 de Outubro de 2008 – também numa  segunda-feira posterior a uma reunião dos líderes europeus, onde foram  tomadas medidas de combate à crise – com uma valorização de 10,2%.</p>
<p style="text-align: justify;">Um  ganho que o PSI-20, índice foi criado em 1993, pode alcançar hoje, caso  mantenha a valorização actual.</p>
<p style="text-align: justify;">O sentimento  positivo nas praças europeias surge depois de ter sido aprovado um fundo  de 750 mil milhões de euros, com a finalidade de devolver a  estabilidade aos países da Zona Euro.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o  governo português comprometeu-se com um ainda maior esforço de redução  do défice, prevendo um défice de 7,3% do PIB este ano e de 5,1% em 2011.  Além disso, o BCE admitiu que pode intervir no mercado de obrigações,  comprando dívida pública.</p>
<p style="text-align: justify;">Das 20 cotadas que compõem  o índice, oito sobem mais de 10%. O índice espanhol (IBEX) e o grego (FTSE/ASE) são dos que mais sobem  na Europa, por terem sido os mais penalizados pelos receios que  envolveram a crise orçamental da Zona Euro, que levou as taxas de juro  das obrigações soberanas de Portugal, Espanha e Grécia, bem como os seus  custos de financiamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje os juros da dívida  pública portuguesa e os seguros contra o incumprimento da dívida (CDS)  estão em forte queda, reflectindo a diminuição do risco de Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;">Por  cá, o sector da banca é o que mais impulsiona, a corrigir das perdas  recentes já que foi dos mais penalizados durante a crise orçamental. A  banca é financiadora da dívida soberana, sendo que é tipicamente o  primeiro sector a sofrer com a deterioração da qualidade do crédito  soberano.</p>
<p style="text-align: justify;">O plano de defesa da Zona Euro vem  beneficiar reflecte-se primeiramente no sector da banca, na medida em  que o plano aprovado durante esta madrugada vem reduzir  significativamente o risco de incumprimento das nações europeias, bem  como da portuguesa que foi das que enfrentou maiores subidas das taxas  de juro e dos títulos do defendem os investidores do risco de  incumprimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Os títulos do BCP são assim os que mais impulsionam, valorizando  17,98% para 0,735 euros. Já o BES aprecia 14,61% para 3,482 euros e o BPI sobe 10,13% para 1,674 euros.</p>
<p style="text-align: justify;">Também  a impulsionar está essencialmente a Portugal Telecom, que valoriza 15,11% ara 7,459  euros (na sexta-feira caiu mais de 8%), enquanto a Sonaecom sobe 11,29% para 1,38 euros.</p>
<p style="text-align: justify;">A  petrolífera Galp  Energia aprecia 9,07% para 11,66 euros e também é das cotadas que  mais impulsionam, assim como a eléctrica EDP, que sobe 4,78% para 2,72 euros.</p>
<p><strong>As  maiores subidas de sempre do PSI-20:</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="210">
<tbody>
<tr height="17">
<td width="71" height="17"><strong>Data</strong></td>
<td width="64"><strong>Pontos</strong></td>
<td width="75"><strong>Valorização</strong></td>
</tr>
<tr height="17">
<td height="17" align="right">10-05-2010</td>
<td align="right">7.303,98</td>
<td align="right">10,26%</td>
</tr>
<tr height="17">
<td height="17" align="right">13-10-2008</td>
<td align="right">6921,48</td>
<td align="right">10,20%</td>
</tr>
<tr height="17">
<td height="17" align="right">19-09-2008</td>
<td align="right">8316,61</td>
<td align="right">8,03%</td>
</tr>
<tr height="17">
<td height="17" align="right">29-10-1997</td>
<td align="right">8081,92</td>
<td align="right">7,19%</td>
</tr>
<tr height="17">
<td height="17" align="right">29-10-2008</td>
<td align="right">6227,13</td>
<td align="right">7,12%</td>
</tr>
<tr height="17">
<td height="17" align="right">04-11-2008</td>
<td align="right">6972,78</td>
<td align="right">6,06%</td>
</tr>
<tr height="17">
<td height="17" align="right">14-10-1998</td>
<td align="right">9714,63</td>
<td align="right">5,54%</td>
</tr>
<tr height="17">
<td height="17" align="right">29-04-2010</td>
<td align="right">7339,2</td>
<td align="right">4,59%</td>
</tr>
<tr height="17">
<td height="17" align="right">06-10-1998</td>
<td align="right">8485,72</td>
<td align="right">4,57%</td>
</tr>
<tr height="17">
<td height="17" align="right">14-10-2008</td>
<td align="right">7229,99</td>
<td align="right">4,46%</td>
</tr>
<tr height="17">
<td height="17" align="right">24-03-2000</td>
<td align="right">13647,4</td>
<td align="right">4,39%</td>
</tr>
<tr height="17">
<td height="17" align="right">02-05-1997</td>
<td align="right">6634,69</td>
<td align="right">4,38%</td>
</tr>
<tr height="17">
<td height="17" align="right">24-11-2008</td>
<td align="right">6108,62</td>
<td align="right">4,38%</td>
</tr>
<tr height="17">
<td height="17" align="right">06-04-2000</td>
<td align="right">12914,67</td>
<td align="right">4,21%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Será que o Euro está quase a ir com os Porcos?</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 10:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Será que a Grécia é o o sinal de alarme que nos diz que a união monetária europeia está à beira da dissolução, com os restantes três famosos PIGS (Portugal, Itália e Espanha) a posicionarem-se como peças de dominó para caírem uns a seguir aos outros depois da Grécia? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">George Soros receia que a Zona  Euro só tenha 50% de hipóteses de sobrevivência na sua presente forma</h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="zona euro" src="http://www.novinite.com/media/images/2009-05/photo_verybig_103672.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os decisores políticos da Europa têm gerido mal o problema da dívida grega. Os chefes de Estado dos países da União Europeia (UE) e o Banco Central Europeu (BCE) começaram por rejeitar a ideia de envolver o Fundo Monetário Internacional (FMI), mas sem terem um plano alternativo. É difícil não chegar à conclusão de que isto se deveu, em parte, à relutância do presidente francês, Nicolas Sarkozy, em ver o director-geral do FMI, Dominique Strauss-Khan, a vir directamente de Washington para ajudar no resgate da Zona Euro. Para mais sendo provável que Strauss-Kahn seja, obviamente, o concorrente socialista de Sarkozy nas próximas eleições presidenciais da França.</p>
<p style="text-align: justify;">Será que a Grécia é o &#8220;canário na mina de carvão&#8221; &#8211; o sinal de alarme que nos diz que a união monetária europeia está à beira da dissolução, com os restantes três famosos PIGS (Portugal, Itália e Espanha) a posicionarem-se como peças de dominó para caírem uns a seguir aos outros depois da Grécia? George Soros receia que possa ser isso mesmo e, na sua opinião, a Zona Euro só tem 50% de hipóteses de sobrevivência na sua presente forma.</p>
<p style="text-align: justify;">Certamente, este episódio salientou as imperfeições na forma como o euro é gerido &#8211; imperfeições essas que não constituem qualquer surpresa para alguns dos envolvidos na criação da moeda única. Helmut Kohl, um dos principais pais do euro, disse em 1991 que &#8220;a ideia de sustentar uma união económica e monetária ao longo do tempo, sem união política, é uma falácia&#8221;. Margaret Thatcher, no campo oposto, afirmou nas suas memórias: &#8220;creio que a moeda única europeia está condenada a fracassar, a nível económico, político e social, se bem que não possamos prever quando e como, nem quais serão as consequências&#8221;. Talvez haja agora mercado para se traduzir o seu livro para grego.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de poderem discordar destas duas previsões apocalípticas, muitos dos líderes europeus estão a chegar à conclusão de que é necessária uma reforma e que o caso da Grécia revelou uma imperfeição no coração do projecto. Nicolas Sarkozy, por exemplo, fez reviver um argumento há muito defendido pela França de criação de alguma forma de governo económico na Europa como contrapeso ao Banco Central Europeu.</p>
<p style="text-align: justify;">Os franceses têm normalmente apresentado esta proposta para conseguirem ter uma certa participação nas decisões monetárias do BCE, que por vezes consideram hostis ao crescimento e ao emprego, ou com vista a evitarem que outros países continuem a levar a cabo uma política fiscal injusta (sendo que geralmente entendem por &#8220;injusta&#8221; uma taxa tributária mais baixa do que a correspondente francesa, que é considerada a adequada).</p>
<p style="text-align: justify;">No passado, os alemães rejeitaram estes argumentos, mas agora mostram-se um pouco mais receptivos. No entanto, o ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, focalizou-se no problema dos países em dificuldades e avançou com a proposta de criação de um Fundo Monetário Europeu (FME) baseado &#8211; de grosso modo &#8211; no modelo do FMI, que ajude países em apuros, como é o caso da Grécia.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta ideia tem a sua lógica. Mas o seu inconveniente é que isso exigiria uma alteração dos tratados europeus, o que, por sua vez, exigiria uma decisão unânime dos 27 Estados-membros da UE e a aprovação, por referendo, nalguns desses países, incluindo o Reino Unido caso o líder dos conservadores, David Cameron, vença as eleições legislativas que estão prestes a realizar-se no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois do &#8216;não&#8217; da França, Holanda e Irlanda aquando do referendo sobre a reforma do tratado constitucional europeu, é quase inconcebível que os chefes de governo da União Europeia concordem em passar de novo por essa experiência. Certamente que nada poderia ser feito a tempo de socorrer restantes PIGS. Todos eles seriam transformados em bacon e salsichas antes de se alcançar qualquer acordo.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim sendo, no curto prazo será preciso recorrer ao FMI se for necessário esse tipo de apoio e Nicolas Sarkozy terá de engolir o seu orgulho. Mas será realmente necessário um FME no longo prazo? Penso que não. Nem penso que seja estritamente necessário haver um governo económico europeu. Então, aquilo que é preciso é um acordo colectivo sobre disciplina orçamental e uma revitalização do Pacto de Estabilidade e Crescimento, que foi insensatamente abandonado &#8211; ironicamente, quando os franceses e alemães consideraram as suas normas demasiado condicionadoras.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dirigentes europeus deveriam inspirar-se num artigo de investigação escrito por Otmar Issing, intitulado &#8220;The Euro &#8211; A Currency Without a State&#8221; [O Euro - uma moeda sem Estado], publicado em Dezembro de 2008, antes da erupção da crise. Issing, que foi o economista-chefe do BCE nos seus primeiros tempos de existência, sabe mais sobre o funcionamento de uma união monetária do que qualquer outro homem vivo. Segundo ele, &#8220;o Pacto de Estabilidade e Crescimento contém todas as normas necessárias para que a união monetária seja viável. Não há necessidade de ir mais longe na coordenação das políticas macroeconómicas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A Europa não precisa do plano da França de coordenação das políticas fiscais nem de outro FMI, mas precisa, isso sim, de uma disciplina orçamental para evitar que outros países façam o que bem entenderem, como parece ter sido o que aconteceu na Grécia. Aparentemente, a Grécia partiu do princípio que o resto da Europa não se preocuparia com os seus défices continuamente elevados e que, já que fazia parte da Zona Euro, os mercados considerariam a sua dívida igual às Obrigações do Tesouro (&#8220;bund&#8221;) alemãs, com a diferença de serem emitidas por um povo amigável e acolhedor, num país com um clima agradável, e com um copo de ouzo [bebida típica grega] ao lado.</p>
<p style="text-align: justify;">O pacto original fixava um tecto de 3% do PIB para o défice orçamental, salvo em circunstâncias excepcionais. Os investidores compreendem perfeitamente que estamos agora perante essas circunstâncias, pelo que irá demorar tempo até que o défice regresse aos limites definidos. Mas esse tem de ser claramente o objectivo, com a ajuda do Fundo Monetário Internacional para providenciar financiamento provisório quando necessário e cobertura política aos governos que se vejam obrigados a tomarem decisões difíceis em matéria de despesa pública e de carga fiscal.</p>
<p style="text-align: justify;">A disciplina orçamental não soa a algo tão visionário como o &#8220;governo económico&#8221;. No entanto, a União Europeia já sofreu de um excesso de &#8220;visão&#8221; e de um défice de medidas orçamentais práticas. É altura de restabelecer o equilíbrio ou o prognóstico pessimista de George Soros pode acabar por se tornar realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Howard Davies, ex-presidente da Autoridade britânica dos Serviços Financeiros e antigo vice-governador do Banco de Inglaterra, é actualmente director da London School of Economics. O seu mais recente livro, intitulado &#8220;Banking on the Future: The Fall and Rise of Central Banking&#8221;, será publicado esta Primavera.</p>
<p style="text-align: justify;">Para aceder ao &#8220;podcast&#8221; deste texto em inglês, deve utilizar o seguinte link:</p>
<p>http://media.blubrry.com/ps/media.libsyn.com/media/ps/davies6.mp3</p>
<p style="text-align: right;">© Project Syndicate, 2010.<br />
www.project-syndicate.org<br />
Tradução: Carla Pedro</p>
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		<title>Grécia: Confirmam-se os Piores Receios</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 18:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA["A história confirma os nossos piores receios. Os danos são incalculáveis e não apenas financeiros ou orçamentais, mas também ao nível da posição do Estado", afirmou o primeiro-ministro grego Yorgos Papandreu, no Parlamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><strong> O primeiro-ministro grego afirmou hoje perante o Parlamento que os danos da crise que assola o país são &#8220;incalculáveis&#8221;. </strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter" title="Banco da Grécia" src="http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2009/01/14/article-0-030E2C3C000005DC-956_468x320.jpg" alt="" width="468" height="320" /></strong></p>
<pre style="text-align: center;"><strong>Banco da Grécia - Foto Reuters
</strong></pre>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;A história confirma os nossos piores receios. Os danos são incalculáveis e não apenas financeiros ou orçamentais, mas também ao nível da posição do Estado&#8221;, afirmou o socialista Yorgos Papandreu.</strong></p>
<p>&#8220;Hoje, o nosso dever é esquecermos os custos políticos e pensarmos somente na sobrevivência do país. As políticas do passado obrigam-nos agora a mudanças brutais e a reduzir os privilégios que se têm acumulado&#8221;, reforçou o primeiro-ministro, que de seguida questionou o Parlamento helénico: &#8220;Vamos deixar que o país entre em bancarrota ou vamos reagir? Vamos deixar que os especuladores nos estrangulem ou vamos agarrar o destino com as nossas mãos?&#8221;</p>
<p>Durante o seu discurso, Papandreu lembrou ainda a disponibilidade da UE em ajudar o país, que enfrenta o enorme desafio de, até 2013, reduzir o défice dos actuais 12,7% para um valor abaixo de 3% do PIB, tal como impõem as regras de Bruxelas.</p>
<p>As últimas notícias podem dificultar ainda mais essa tarefa, dado que Standard &amp; Poor&#8217;s e Moody&#8217;s sinalizaram esta semana que no próximo mês podem proceder a um novo ‘downgrade&#8217; na classificação da dívida grega.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte</strong>: DE</p>
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		<title>Pior Semana na Bolsa desde Novembro de 2008</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 18:32:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O PSI 20 fecha a semana com um tombo de mais de 7%, o pior desempenho desde Novembro de 2008. Tudo somado, evaporaram-se da bolsa portuguesa 4,64 mil milhões de euros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><strong>O PSI 20 fecha a semana com um tombo de mais de 7%, o pior desempenho desde Novembro de 2008. Tudo somado, evaporaram-se da bolsa portuguesa 4,64 mil milhões de euros.</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter" title="bolsa de valores" src="http://www.imgnanas.com/images/219_quem_aplica_na_bolsa_de_valore.jpg" alt="" width="448" height="290" /><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diz um ditado popular que não há uma sem duas nem duas sem três.Na verdade, a bolsa de Lisboa provou hoje a terceira sessão de quedas consecutivas, mas a semana termina com uma luz ao fundo do túnel. Isto porque depois de ter afundado 5% na sessão de ontem e quase 3% na sessão anterior, o PSI 20 fechou hoje com um recuo de 1,36%, o desempenho menos negativo na Europa.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O balanço da semana não deixa, contudo, de ser desanimador, já que o índice que reúne as 20 maiores cotadas portuguesas acumula perdas de 7,39% nas últimas cinco sessões, a maior queda semanal desde Novembro de 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos de &#8216;market cap&#8217;, o PSI 20 emagreceu 4,64 mil milhões de euros e só os bancos perderam 1,51 mil milhões nas últimas cinco sessões. Por cada dia de negociação, o PSI 20 perdeu 928 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">A culpa desta prestação negativa foram mesmo os receios dos investidores em relação às contas dos países do sul da Europa, a saber, Grécia, Espanha e Portugal. Os temores dos investidores de que estes países entrem em incumprimento fizeram afundar as bolsas nas últimas três últimas sessões e agravaram o custo da dívida.</p>
<p style="text-align: justify;">O preço dos CDS portugueses de obrigações do Tesouro a cinco anos não tem parado de subir e atingiu hoje um novo recorde de 239 pontos antes de começar a descer. Os CDS gregos e espanhóis também registaram hoje máximos históricos, mas estão agora a atenuar as subidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O comissário europeu dos Assuntos Económicos Joaquin Almunia teve uma quota parte de responsabilidade, ao afirmar na quarta-feira que Espanha e Portugal partilham problemas com a Grécia como a fraca competitividade e o elevado défice. Cavaco Silva já veio hoje dizer que Portugal não é comparável ao país helénico e que Bruxelas deve corrigir o que disse o comissário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quem tem razão? Não sei. Mas a verdade é que a dívida portuguesa não parece estar controlada e é bem provável que nos continue a assombrar nos próximos tempos. Sem alarmismos nem pânicos exagerados, não me dá vontade nenhuma de estar na bolsa portuguesa neste momento. Por outro lado, como diz o guru da bolsa Warren Buffet: </strong><strong>“Uma regra simples orienta as minhas compras: seja medroso quando todos são gananciosos e ganancioso quando todos são medrosos”</strong><strong>. Pode haver boas oportunidades no mercado para os mais aventureiros. Boa Sorte.</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte: DE<br />
</strong></p>
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		<title>Inflação Negativa na Zona Euro</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 10:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os preços no consumidor caíram pelo quarto mês consecutivo, na Zona Euro em Setembro, conduzidos pelos preços da energia e pela redução dos custos de produção e de postos de trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em Setembro, pelo quarto mês consecutivo, verificou-se Inflação Negativa na Zona Euro pelo quarto mês consecutivo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="queda de preços" src="http://www.imgnanas.com/images/888_declining_home_prices.jpg" alt="" width="282" height="269" />Os preços no consumidor caíram pelo quarto mês consecutivo, na Zona Euro em Setembro, conduzidos pelos preços da energia e pela redução dos custos de produção e de postos de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">O nível geral de preços caiu 0,3%, no conjunto dos 16 estados-membros da região, em Setembro, face ao mesmo mês do ano anterior, segundo o gabinete de estatísticas da União Europeia, citado pela Bloomberg. A queda dos preços no mês de Setembro surge em linha com o esperado e anunciado na estimativa rápida do Eurostat divulgada a 30 de Setembro.</p>
<p style="text-align: justify;">Os menores custos da energia ajudaram os preços cobrados ao consumidor final a descer, com as empresas a reduzirem despesas para sobreviver à maior recessão em, pelo menos, seis décadas e com a taxa de desemprego em máximos de dez anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente do Banco Central Europeu disse, a 8 de Outubro, que a economia vai recuperar “a um ritmo gradual”, com a inflação a tornar-se positiva “nos próximos meses”, segundo a Bloomberg.</p>
<p style="text-align: justify;">“A inflação vai, provavelmente, aproximar-se de zero no próximo mês e passar para 1% no final do ano”, disse o economista do Commerzbank, Christoph Weil. “As empresas ainda estão a cortar custos e não estão prontas para aumentar os preços. Não haverá pressão inflacionista nos próximos tempos”, acrescentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Os preços da energia caíram 11% em Setembro, face ao ano anterior, de acordo com o mesmo relatório e os preços da indústria dos transportes desceram 3,7%. Os preços da habitação desceram 1,6%, enquanto a alimentação caiu 1,3% no ano.</p>
<p style="text-align: justify;">A inflação, excluindo os preços da alimentação e energia, caiu para 1,2% em Setembro, de 1,3% no mês anterior, atingindo o valor mais baixo desde Fevereiro de 2006.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Jornal de Negócios</p>
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		<title>Porque Renovar a Confiança em Sócrates?</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 16:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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José Sócrates falava em Almada no final de um jantar com meio milhar de personalidades do distrito de Setúbal ligadas ao ensino, ao desporto, à cultura, à juventude e às empresas, no âmbito do encontro &#8216;Geração Activa&#8217;.
«Grande parte das questões que estão em jogo nas próximas eleições [legislativas, de 27 de Setembro] tem, justamente, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="socrates 2009" src="http://www.imgnanas.com/images/635_socratesleg2009.jpg" alt="" width="550" height="750" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">José Sócrates falava em Almada no final de um jantar com meio milhar de personalidades do distrito de Setúbal ligadas ao ensino, ao desporto, à cultura, à juventude e às empresas, no âmbito do encontro &#8216;Geração Activa&#8217;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>«Grande parte das questões que estão em jogo nas próximas eleições [legislativas, de 27 de Setembro] tem, justamente, a ver com a atitude da descrença versus a confiança, a atitude do pessimismo versus aqueles que querem agir com ambição, energia e vontade para transformar o País»</strong>, sustentou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>«Nunca vi o pessimismo a criar um único posto de trabalho, mas sempre vi a vontade, a ambição, a determinação e a energia como as atitudes correctas, que permitem resolver os problemas e criar um País melhor»</strong>, sublinhou.</p>
<p style="text-align: justify;">Num discurso de uma hora, que se prolongou pela madrugada de hoje, o líder socialista advogou que <strong>«o dever dos políticos é nunca desistir da confiança»</strong> e antes <strong>«mobilizar as energias do País para fazer face às dificuldades»</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sua intervenção, José Sócrates recordou os investimentos feitos pelo seu Governo no sector energético, incluindo a construção de novas barragens e os incentivos financeiros à compra de viaturas eléctricas, assim como a ampliação da rede de banda larga de alta velocidade, dos cursos profissionais e a diminuição dos tempos de espera das cirurgias.</p>
<p style="text-align: justify;">O secretário-geral do PS relembrou ainda a necessidade de obras como o novo aeroporto e o comboio de alta velocidade para Portugal <strong>«não ficar periférico»</strong> em relação a outros países.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte</strong>: Lusa / SOL</p>
<p style="text-align: right;">
</blockquote>
<p>Para além destes pontos, é de destacar <strong>3 prioridades para o política económica</strong>:<br />
- Maior Independência energética (via renováveis e carro eléctrico)<br />
- Aumento das Exportações<br />
- Mais e Melhores Infrastruturas para combater a situação periférica.</p>
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		<title>Groundforce Vai Despedir 400 Trabalhadores</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 02:31:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Groundforce vai despedir cerca de 400 dos seus 2800 trabalhadores, de forma a diminuir os encargos com remunerações.

Fernando Melo, administrador-delegado da Groundforce &#8211; empresa de handling controlada pela transportadora aérea nacional (TAP) &#8211; afirmou que pretende ficar com 2400 trabalhadores, ou seja, &#8220;um peso de 60% nos custos da empresa, dentro dos padrões europeus&#8221;. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="NewsSummary" style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="padding:8px;" title="groundforce" src="http://www.publituris.pt/wp-content/uploads/2008/04/groundforce.jpg" alt="" width="140" height="180" />A Groundforce vai despedir cerca de 400 dos seus 2800 trabalhadores, de forma a diminuir os encargos com remunerações.</p>
<div style="text-align: justify;">
<p>Fernando Melo, administrador-delegado da Groundforce &#8211; empresa de handling controlada pela transportadora aérea nacional (TAP) &#8211; afirmou que pretende ficar com 2400 trabalhadores, ou seja, &#8220;um peso de 60% nos custos da empresa, dentro dos padrões europeus&#8221;. Numa entrevista o mesmo responsável disse que não ía haver despedimentos, apenas estas rescisões amigáveis e término de contratos temporários.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, os objectivos de imediato passam pelo despedimento dos actuais 200 trabalhadores temporários, tendo já sido iniciado um programa de rescisões amigáveis com os colaboradores mais antigos. Segundo o presidente da TAP, Fernando Pinto, os encargos actuais com remunerações estão 21,7% acima da média do sector, a nível europeu. Os trabalhadores apresentaram um pré-aviso de greve para os dias 28 e 29 de Agosto e 11 e 12 de Setembro e greve ao trabalho suplementar em 28 de Agosto e 30 de Setembro.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte</strong>: JN</p>
</div>
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		<title>Vendas Online diminuem pela primeira vez</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 14:41:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos EUA as Vendas pela Internet registam
 a primeira queda de sempre, devido à crise

A diminuição dos gastos dos consumidores norte-americanos, devido à crise financeira e à incerteza quanto ao futuro da economia, provocou, em Novembro, uma quebra de cerca de 4% nas vendas através da Internet. Segundo a comScore, foi a primeira diminuição de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><strong>Nos EUA as Vendas pela Internet registam</strong><br />
<strong> a primeira queda de sempre, devido à crise</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><img src="http://www.bianor.com/PUBLIC/IMAGES/Image/domains-e-business.jpg" alt="" width="319" height="339" /></p>
<p>A diminuição dos gastos dos consumidores norte-americanos, devido à crise financeira e à incerteza quanto ao futuro da economia, provocou, em Novembro, uma quebra de cerca de 4% nas vendas através da Internet. Segundo a comScore, foi a primeira diminuição de sempre.</p>
<p><span id="more-15"></span></p>
<p>Os dados analisados pela consultora especializada em comércio “online”, citados pela Europa Press, revelam que nos primeiros 23 dias deste mês, os consumidores dos EUA gastaram 8.190 milhões de dólares (6.350 milhões de euros), valor que representa uma quebra de 4% face ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>“Apesar do recente alívio para os consumidores, em resultado da descida dos preços da gasolina, a volatilidade dos mercados de capitais, da debilidade do mercado imobiliário e a fragilidade do mercado laboral continuam a pesar nos norte-americanos, nesta época de compras”, afirma o presidente da comScore, Gian Fulgoni, ao “El Mundo”.</p>
<p>Fulgoni classifica de “decepcionantes” as vendas registadas em Novembro e espera que possam aumentar, acreditando que muitos consumidores adiar as compras de Natal à espera de descontos.</p>
<p>Para esta época natalícia, a comScore prevê gastos de 29.200 milhões de dólares (22.640 milhões de euros) através da Internet. Este valor representa uma estagnação, face a 2007, ano em que se assistiu a um crescimento de 19%, em termos homólogos.</p>
<p>Fonte:JNegocios</p>
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