<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Pedro Roque &#187; Economia</title>
	<atom:link href="http://pedro-roque.com/category/economia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pedro-roque.com</link>
	<description>Cinema, Desporto, Destaques, Destinos, Economia, Fotografia, Música, Publicidade, Sociedade, Tecnologia</description>
	<lastBuildDate>Sat, 21 Jan 2012 12:46:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=</generator>
		<item>
		<title>Greve dos Pilotos da TAP Foi Desconvocada</title>
		<link>http://pedro-roque.com/2011/12/economia/greve-dos-pilotos-da-tap-foi-desconvocada/</link>
		<comments>http://pedro-roque.com/2011/12/economia/greve-dos-pilotos-da-tap-foi-desconvocada/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 00:33:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[companhias aereas]]></category>
		<category><![CDATA[greve]]></category>
		<category><![CDATA[greve dos pilotos]]></category>
		<category><![CDATA[pilotos da tap]]></category>
		<category><![CDATA[protesto]]></category>
		<category><![CDATA[tap]]></category>
		<category><![CDATA[tap portugal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pedro-roque.com/?p=884</guid>
		<description><![CDATA[Os pilotos da TAP desconvocaram a greve que iria começar á meia-noite de hoje. Segundo comunicado do Sindicato dos Pilotos, a manutenção ou anulação do segundo bloco de greve, previsto para Janeiro de 2012, ainda está em discussão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><strong>Os pilotos da TAP desconvocaram a greve que iria começar á meia-noite de hoje.<br />
</strong></h2>
<p><img class="aligncenter" title="greve pilotos da tap" src="http://i40.tinypic.com/11hzz2u.jpg" alt="greve pilotos da tap" width="540" height="358" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Segundo comunicado do Sindicato dos Pilotos, a manutenção ou anulação do segundo bloco de greve, previsto para Janeiro de 2012, ainda está em discussão.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo avançou a RTP Informação, os pilotos da TAP desconvocaram a greve que estava marcada para começar à meia-noite de hoje e que se iria prolongar por quatro dias. Embora o primeiro período de greve já tenha sido desconvocado, o segundo período de paralização, que terá lugar entre os dias 3 e 6 de Janeiro de 2012, continua ainda a ser discutido pelos pilotos com o seu sindicato, para se decidir se é anulado ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">As negociações continuam entre a administração da transportadora aérea e o Sindicato dos Pilotos da Aviação Cívil mas, segundo o DN apurou, já houve entendimento em relação a algumas matérias, tendo havido abertura da administração para se poder chegar a uma solução. O porta-voz da TAP, António Monteiro, remete para amanhã mais esclarecimentos sobre o entendimento que já foi alcançado entre as partes. Para António Monteiro, não se justifica manter o segundo período de greve, marcado para Janeiro, porque só houve um pré-aviso de greve.</p>
<blockquote><p><strong>Comunicado do Sindicato dos Pilotos da Aviação Cívil</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Direcção do SPAC decidiu cancelar o primeiro bloco de greve previsto para os dias 9, 10, 11 e 12 de Dezembro, porque encontrou no Governo um interlocutor sério e interessado em viabilizar uma solução equilibrada para o envolvimento dos Pilotos no processo de privatização e porque obteve as garantias suficientes para que o Acordo de Empresa seja cumprido e que haverá a recuperação de um clima laboral saudável, através da equidade no tratamento entre Pilotos e Chefias.</p>
<p style="text-align: justify;">Decorrendo desta decisão, e dado que a Direcção do SPAC precisa do mandato dos Pilotos para decidir quanto à manutenção ou anulação do segundo bloco de greve, previsto para Janeiro de 2012, será convocada de imediato uma Assembleia de Empresa na qual serão apresentadas as razões que fundamentaram a decisão da Direcção do sindicato e para que os Pilotos se possam pronunciar e decidir democraticamente sobre este importante assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">A Direcção do SPAC lamenta que tenha tido a necessidade de recorrer à greve para dirimir um conflito com a Administração da TAP que durava há mais de um ano.</p>
<p style="text-align: right;">Pela Direcção do SPAC</p>
</blockquote>
<p style="text-align: right;">Fonte: DN</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pedro-roque.com/2011/12/economia/greve-dos-pilotos-da-tap-foi-desconvocada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>NOVA e Católica entre as Melhores do Ranking Financial Times</title>
		<link>http://pedro-roque.com/2011/12/economia/nova-e-catolica-entre-as-melhores-do-ranking-financial-times/</link>
		<comments>http://pedro-roque.com/2011/12/economia/nova-e-catolica-entre-as-melhores-do-ranking-financial-times/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 10:32:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[business school]]></category>
		<category><![CDATA[business schools]]></category>
		<category><![CDATA[catolica business school]]></category>
		<category><![CDATA[escolas de gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[FEUNL]]></category>
		<category><![CDATA[melhor universidade gestão]]></category>
		<category><![CDATA[melhores universidades]]></category>
		<category><![CDATA[nova católica]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ranking universidades]]></category>
		<category><![CDATA[top]]></category>
		<category><![CDATA[top universidades]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
		<category><![CDATA[universidade católica portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[universidade nova de lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[universidades portuguesas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pedro-roque.com/?p=881</guid>
		<description><![CDATA[O ranking do Financial Times que elege as melhores "business schools" da Europa coloca este ano duas instituições portuguesas no top 40. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">O ranking do Financial Times que elege as melhores &#8220;business schools&#8221; da Europa coloca este ano duas instituições portuguesas no top 40.</h2>
<p><img class="aligncenter" title="Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa" src="http://lh5.ggpht.com/_iuS5fuJOs_E/TPpqTqzAKZI/AAAAAAAAJz8/DROWnOYCFNA/UNL.jpg" alt="Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa" width="511" height="335" /></p>
<p style="text-align: justify;">O ranking do Financial Times que elege as melhores “business schools” da Europa coloca este ano duas instituições portuguesas no top 40. A escola de gestão da Universidade Católica ficou colocada na 33ª posição, enquanto a escola de gestão da Universidade Nova de Lisboa ficou seis lugares abaixo, no 39º lugar. Ambas ultrapassaram instituições reputadas como a Universidade de Cambridge.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do Financial Times ter outros rankings específicos para cada uma das áreas de formação das “business shool”, a tabela agora conhecida é considerada o “ranking dos rankings”. É uma avaliação que faz média de todas as ofertas formativas das escolas de gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">José Ferreira Machado, director da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa (FEUNL), destaca a importância do feito atingido. “Portugal e Lisboa têm duas escolas entre as 40 melhores, o que é algo de absolutamente extraordinário. Estamos à frente de nomes que toda a gente conhece como: Cambridge, a Copenhaga Business School, a escola de Colónia ou a MHH da Noruega. São escolas de grande reputação, e que, muitas vezes, os nossos alunos querem frequentar”, enfatizou o director da FEUNL.</p>
<p style="text-align: justify;">Ferreira Machado salienta ainda que a Universidade Nova foi a “escola que mais subiu” comparativamente com 2010. Foram 34 lugares: “Numa escola pública, e num ano em que as entidades públicas estão a ter enormes dificuldades, é um feito extraordinário. O segredo é acreditar que é possível e trabalhar para esse fim, bem como não desanimar com os insucessos”, frisou. A escola de gestão da Universidade Católica ficou em 62º em 2010, e este ano galgou 29 lugares na tabela.</p>
<p style="text-align: justify;">As ofertas de formação na área da gestão FEUNL têm actualmente 2000 alunos. “Temos muito potencial de crescimento. Vejo de forma muito positiva a possibilidade de subida e daqui a 10 anos ambicionamos chegar ao ‘top ten’”, rematou o director da FEUNL.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Negócios</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pedro-roque.com/2011/12/economia/nova-e-catolica-entre-as-melhores-do-ranking-financial-times/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>EasyJet prepara planos de emergência para colapso na zona euro</title>
		<link>http://pedro-roque.com/2011/11/economia/easyjet-prepara-planos-de-emergencia-para-colapso-na-zona-euro/</link>
		<comments>http://pedro-roque.com/2011/11/economia/easyjet-prepara-planos-de-emergencia-para-colapso-na-zona-euro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 12:02:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Amesterdão]]></category>
		<category><![CDATA[Astúrias]]></category>
		<category><![CDATA[Bordéus]]></category>
		<category><![CDATA[Carolyn McCall]]></category>
		<category><![CDATA[colapso]]></category>
		<category><![CDATA[colapso do euro]]></category>
		<category><![CDATA[companhias aereas]]></category>
		<category><![CDATA[Copenhaga]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[EasyJet]]></category>
		<category><![CDATA[euro]]></category>
		<category><![CDATA[europa]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[moeda]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[Veneza]]></category>
		<category><![CDATA[voo]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Euro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pedro-roque.com/?p=873</guid>
		<description><![CDATA[A companhia aérea Easyjet está a preparar um plano de emergência para o risco de um colapso ou outros problemas na zona euro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">A companhia aérea EasyJet está a preparar um plano de emergência para o risco de um colapso ou outros problemas na zona euro.</h2>
<p><img class="alignnone aligncenter" title="easyjet" src="http://3.bp.blogspot.com/_DTRsPSNcKCU/TSMfMt9rLzI/AAAAAAAAE58/aop0osHnpF8/s1600/easyjet-immo-news.jpg" alt="easyjet" width="540" height="324" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Estamos a fazer bastante planeamento de cenários sobre o que poderá acontecer e teremos certamente um plano de contingência para se algo completamente inesperado acontecer na Europa&#8221;, afirmou hoje a presidente-executiva da easyJet, Carolyn McCall numa conferência de imprensa por telefone.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sem adiantar pormenores, afirmou estar apenas a &#8220;olhar para vários cenários e planos&#8221;. McCall fez este comentário durante a apresentação de resultados anuais da companhia aérea, que anunciou um aumento de 60,8% nos lucros antes de impostos no ano fiscal de Setembro de 2010 a Setembro de 2011. Ou seja, passou de 154 milhões de libras (180 milhões de euros) em 2010 para 248 milhões de libras (290 milhões de euros) em 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dos custos acrescidos de 100 milhões de libras (117 milhões de euros) com combustível, a easyJet registou uma subida de 11,8% do número de passageiros para 54,5 milhões em 2011. A presidente-executiva salientou sobretudo o desempenho em atrair mais quase um milhão de passageiros em negócios para cerca de 9,5 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">A easyJet reivindica uma quota de mercado europeu de 7,6% e o quarto lugar em termos de voos de médio curso. Apesar de ser britânica, os passageiros de fora do Reino Unido representam já a maioria dos clientes, número que cresceu 3% em 2011 para 56%.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente a companhia de baixo custo assinou com o Governo português um memorando de entendimento para abrir uma base aérea em Lisboa a partir de Abril de 2012. Além de 100 postos de trabalho locais, serão criadas novas rotas para Amesterdão, Copenhaga, Bordéus, Veneza e Astúrias.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Diario Económico</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pedro-roque.com/2011/11/economia/easyjet-prepara-planos-de-emergencia-para-colapso-na-zona-euro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Galp já vale quatro vezes BES, BPI, BCP e Banif juntos</title>
		<link>http://pedro-roque.com/2011/11/economia/galp-ja-vale-quatro-vezes-bes-bpi-bcp-e-banif-juntos/</link>
		<comments>http://pedro-roque.com/2011/11/economia/galp-ja-vale-quatro-vezes-bes-bpi-bcp-e-banif-juntos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 15:05:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Banif]]></category>
		<category><![CDATA[BCP]]></category>
		<category><![CDATA[BES]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa de valores]]></category>
		<category><![CDATA[BPI]]></category>
		<category><![CDATA[cotações]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[empresas portuguesas]]></category>
		<category><![CDATA[Galp]]></category>
		<category><![CDATA[petrolífera]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[PSI 20]]></category>
		<category><![CDATA[psi20]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pedro-roque.com/?p=860</guid>
		<description><![CDATA[A subida da Galp e as quedas que têm marcado o desempenho das cotações dos bancos em bolsa já levaram a que petrolífera valha, agora, quatro vezes mais que as instituições financeiras cotadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>A subida da Galp e as quedas que têm marcado o desempenho das cotações dos bancos em bolsa já levaram a que petrolífera valha, agora, quatro vezes mais que as instituições financeiras cotadas.</h2>
<p><img class="aligncenter" src="http://i40.tinypic.com/rs5r28.png" alt="" /></p>
<p>A petrolífera distanciou-se também da EDP, a segunda maior cotada da Bolsa de Lisboa, valendo ontem mais 55% do que a eléctrica.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pedro-roque.com/2011/11/economia/galp-ja-vale-quatro-vezes-bes-bpi-bcp-e-banif-juntos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nobel da Economia 2011: Thomas Sargeant e Christopher Sims</title>
		<link>http://pedro-roque.com/2011/10/economia/nobel-da-economia-2011-thomas-sargeant-e-christopher-sims/</link>
		<comments>http://pedro-roque.com/2011/10/economia/nobel-da-economia-2011-thomas-sargeant-e-christopher-sims/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 11:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alfred Nobel]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher A. Sims]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Económics]]></category>
		<category><![CDATA[défice]]></category>
		<category><![CDATA[economia mundial]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[macroeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[nobel]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Thomas J. Sargent]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pedro-roque.com/?p=842</guid>
		<description><![CDATA[Os economistas americanos Thomas J Sargent e Christopher A Sims venceram hoje o prémio Nobel da Economia "pela sua investigação empírica sobre causa e efeito na macroeconomia".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">O Prémio para as Ciência Económicas em Memória de Alfred Nobel foi entregue a Thomas J. Sargent e Christopher A. Sims &#8220;pela sua pesquisa empírica sobre causa e efeito&#8221;.</h2>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="Thomas J Sargent e Christopher A Sims " src="http://i54.tinypic.com/207vxnm.jpg" alt="Thomas J Sargent e Christopher A Sims " width="385" height="269" />O Prémio para as Ciências Económics em Memória de Alfred Nobel foi atribuído a dois académicos norte-americanos.</p>
<p style="text-align: justify;">O seu trabalho, que foi conduzido nas décadas de 1970 e 1980, foi desenvolvido de forma independente mas adoptado pelos dois académicos e pela restante comunidade ciêntifica.</p>
<p style="text-align: justify;">Thomas J. Sargeant é professor da Universidade de Princeton e Christopher A. Sims pertence à Universidade de Nova Iorque. Ambos são norte-americanos.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo dos dois académicos incide sobre as relações de causa e efeito e é particularmente relevante para as ciências económicas, explicaram os membros do comité para a atribuição do prémio em Memória do Alfred Nobel.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Segundo explica o comunicado do Nobel da Economia, os dois investigadores dedicaram-se a tentar perceber como é que o PIB ou a inflação são afetados por um aumento dos juros ou uma baixa dos impostos, por exemplo. &#8220;O que é que acontece se um banco central faz uma mudança permanente nos seus objetivos do défice? Os laureados deste ano desenvolveram métodos para responder a estas e a muitas outras questões sobre estas relações de causa entre a política económica e diferentes variávais macroeconómicas como o PIB, a inflação o emprego ou os investimentos.&#8221;</h4>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pedro-roque.com/2011/10/economia/nobel-da-economia-2011-thomas-sargeant-e-christopher-sims/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A China está a Comprar a Europa</title>
		<link>http://pedro-roque.com/2011/09/economia/a-china-esta-a-comprar-a-europa/</link>
		<comments>http://pedro-roque.com/2011/09/economia/a-china-esta-a-comprar-a-europa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 10:52:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alice Richard]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[chineses]]></category>
		<category><![CDATA[colonização económica]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[conquista do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[dinamarca]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Bonino Joschka Fischer]]></category>
		<category><![CDATA[espanha]]></category>
		<category><![CDATA[europa]]></category>
		<category><![CDATA[Foreign Correspondente Club of China]]></category>
		<category><![CDATA[François Godement]]></category>
		<category><![CDATA[Gelly]]></category>
		<category><![CDATA[globalização]]></category>
		<category><![CDATA[Hangzhou]]></category>
		<category><![CDATA[Hungria]]></category>
		<category><![CDATA[japão]]></category>
		<category><![CDATA[Javier Solana]]></category>
		<category><![CDATA[Jonas Parello-Plesner]]></category>
		<category><![CDATA[made in china]]></category>
		<category><![CDATA[mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Noruega]]></category>
		<category><![CDATA[Pequim]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Timothy Garton Ash]]></category>
		<category><![CDATA[volvo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pedro-roque.com/?p=824</guid>
		<description><![CDATA[A China "está a comprar a Europa", replicando a estratégia seguida em África, alerta um estudo europeu divulgado hoje em Pequim.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">A China &#8220;está a comprar a Europa&#8221;, replicando a estratégia seguida em África, alerta um estudo europeu divulgado hoje em Pequim.</h2>
<p><img class="alignnone aligncenter" title="china moderna" src="http://i54.tinypic.com/2ce24ir.jpg" alt="china moderna" width="545" height="410" /></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Outrora um grande mas distante parceiro comercial, a China também é agora um poderoso ator dentro da própria Europa&#8221;, afirma o estudo, assinado por três investigadores do European Council on Foreign Relations (ECFR).</p>
<p style="text-align: justify;">A Europa não é uma fonte de matérias-primas, mas &#8220;possui tecnologias avançadas que interessam à China&#8221; e, além disso, &#8220;necessita de dinheiro a curto prazo&#8221;, o que a China parece possuir em grande quantidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Há cinco anos &#8211; salienta o estudo &#8211; o investimento chinês na Europa somava 1.300 milhões de dólares (948 milhões de euros): em 2011, aquisições de empresas chinesas em Espanha, Hungria e Noruega excederam, cada uma delas, aquele montante, salienta.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, um fabricante automóvel chinês, a Gelly, sediado em Hangzhou, leste da China, comprou a Volvo e empresas chinesas de transportes &#8220;estão a comprar, alugar ou a gerir portos, aeroportos e bases logísticas através do continente europeu&#8221;, exemplifica o estudo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Europa não deve recorrer ao protecionismo&#8221;</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">Os autores do estudo- François Godement, Jonas Parello-Plesner e Alice Richard &#8211; defendem, contudo, que a Europa &#8220;não deve recorrer ao protecionismo&#8221;, mas reclamar &#8220;reciprocidade&#8221;.</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">&#8220;A Gelly pode comprar a Volvo, mas a Volvo não poderia comprar a Gelly&#8221;, observou Jonas Parello-Plesner num encontro com jornalistas e diplomatas na Embaixada da Dinamarca em Pequim, promovido pelo FCCC (Foreign Correspondente Club of China).</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">O estudo alerta que &#8220;enquanto competem uns com os outros para atrair investimentos chineses, os países europeus reduzem a capacidade de negociar coletivamente o recíproco acesso aos mercados chineses&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>China, a segunda maior economia do mundo</strong></p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">&#8220;Os europeus não devem culpar a China por aproveitar a oportunidade para expandir a sua influencia dentro da Europa (&#8230;) Devem, antes, unir-se para que as empresas europeias possam competir na China da mesma maneira que as companhias chineses competem na Europa&#8221;, preconiza o estudo.</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">Em 2010, a China tornou-se a segunda maior economia do mundo, ultrapassando o Japão, e as suas reservas em divisas atingiram em junho passado cerca de 3,2 biliões de dólares (2,34 biliões de euros), mais 30,3% que um ano antes.</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: justify;">Criado em 2007, o European Council on Foreign Relations assume-se como &#8220;o primeiro think-tank pan-europeu&#8221; e a sua direção inclui, entre outros, Javier Solana, Emma Bonino Joschka Fischer e Timothy Garton Ash.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Expresso</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pedro-roque.com/2011/09/economia/a-china-esta-a-comprar-a-europa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Competitividade: Portugal Subiu na Classificação</title>
		<link>http://pedro-roque.com/2011/09/economia/competitividade-portugal-subiu-na-classificacao/</link>
		<comments>http://pedro-roque.com/2011/09/economia/competitividade-portugal-subiu-na-classificacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 13:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Chipre]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[enquadramento político]]></category>
		<category><![CDATA[Eslovénia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[grécia]]></category>
		<category><![CDATA[IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Indonésia]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Lituânia]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[proforum]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pedro-roque.com/?p=813</guid>
		<description><![CDATA[Portugal está um país mais competitivo. O ranking mundial da competitividade do World Economic Fórum, que foi apresentado esta quarta-feira em Lisboa, mostrou que, num conjunto de 142 países, o nosso subiu uma posição face ao ano passado: encontra-se agora em 45º lugar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Portugal está um país mais competitivo. O ranking mundial da competitividade do World Economic Fórum, que foi apresentado esta quarta-feira em Lisboa, mostrou que, num conjunto de 142 países, o nosso subiu uma posição face ao ano passado: encontra-se agora em 45º lugar.</h2>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="comptetitividade" src="http://i54.tinypic.com/bds5qa.jpg" alt="comptetitividade" width="161" height="172" />Em reacção imediata ao ranking apresentado, o vice-presidente da Proforum, Ilídio Serôdio, esclareceu à Agência Financeira que, «conseguimos um sinal positivo depois de um período muito complicado. Desde 2005 que Portugal vinha a perder posição no ranking».</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, destaca o responsável, «ainda há a necessidade de se ultrapassarem fortes entraves, tais como o acesso ao financiamento empresarial e todos os factores que perturbam a macroeconomia, que está a ter os piores resultados dos últimos anos».</p>
<p style="text-align: justify;">Ilídio Serôdio alerta que é preciso uma «viragem» no que toca à importância da competitividade no país. O vice-presidente da Proforum diz que, em termos de políticas do Governo, ainda não vi «estímulos», acrescentando que, contudo, reconhece a importância «de se arrumar a casa primeiro».</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, há aspectos positivos a destacar e que têm contribuído para a subida de posições: acesso às novas tecnologias de informação e qualidade das infra-estruturas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portugal ultrapassa três países: </strong>Esta melhoria no ranking fez Portugal ultrapassar três países: Chipre, Eslovénia e Indonésia, mas foi superado, face ao ano passado, pela Itália e Lituânia.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no quadro dos 27 países da União Europeia, Portugal ocupa hoje o 18º lugar com a Grécia na última posição em termos de competitividade global.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pedro-roque.com/2011/09/economia/competitividade-portugal-subiu-na-classificacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Saúde: Novo Imposto Sobre Fast Food, Sal, Açucar e Gorduras</title>
		<link>http://pedro-roque.com/2011/09/economia/saude-novo-imposto-sobre-fast-food-sal-acucar-e-gorduras/</link>
		<comments>http://pedro-roque.com/2011/09/economia/saude-novo-imposto-sobre-fast-food-sal-acucar-e-gorduras/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 11:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[açucar]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia da República]]></category>
		<category><![CDATA[barras de chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[batatas fritas]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[diet]]></category>
		<category><![CDATA[fast food]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[gordura]]></category>
		<category><![CDATA[hamburger]]></category>
		<category><![CDATA[Hungria]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Português de Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[IVA]]></category>
		<category><![CDATA[José Manuel Silva]]></category>
		<category><![CDATA[light]]></category>
		<category><![CDATA[médicos]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[ordem dos médicos]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Macedo]]></category>
		<category><![CDATA[sal]]></category>
		<category><![CDATA[sistema nacional de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pedro-roque.com/?p=811</guid>
		<description><![CDATA[A sugestão é do Bastonário da Ordem dos Médicos: "Um imposto adicional sobre a fast food, açucar, sal e gorduras destinado aos cofres da Saúde" ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">A sugestão é do Bastonário da Ordem dos Médicos: &#8220;Um imposto adicional sobre a fast food, açucar, sal e gorduras destinado aos cofres da Saúde&#8221;</h2>
<p style="text-align: justify;"> <img class="alignleft" title="hamburger" src="https://fbcdn-sphotos-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/s720x720/313279_10150429496704148_106536539147_10784933_7161674_n.jpg" alt="hamburger" width="239" height="179" />Só a discussão do assunto pode trazer ganhos de saúde, defendeu ontem o bastonário da Ordem dos Médicos. Ontem num evento público moderado pelo ministro da Saúde, Paulo Macedo, José Manuel Silva propôs um imposto especial sobre a fast food, entre hambúrgueres, batatas fritas, refrigerantes e todos os alimentos com excesso de sal, gordura e açúcar. O bastonário adiantou que uma taxa justa e útil rondaria os 10%, a somar ao IVA. Neste momento as cadeias de fast food estão sujeitas ao IVA da restauração, na taxa intermédia de 13%, mas já foi noticiado que uma revisão da carga fiscal poderá no futuro pôr os restaurantes a pagar a taxa máxima. O Ministério da Saúde disse que não comenta a proposta e que qualquer imposto é da alçada do Ministério das Finanças e da Assembleia da República, e não de Paulo Macedo. O gabinete do ministro das Finanças também recusou comentar a ideia ou o eventual aumento do IVA na restauração. Silêncio portanto para uma medida que lá fora não é inédita &#8211; na semana passada, por exemplo, foi adoptada na Hungria &#8211; e para José Manuel Silva significa apenas alargar um &#8220;princípio inteligente&#8221; já utilizado nos impostos sobre o tabaco ou nas multas por falta de cinto de segurança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na Hungria, a lei que entrou em vigor a 1 de Setembro aumenta os alimentos com excesso de gordura e açúcar 35 cêntimos. A medida, que abrange batatas fritas, barras de chocolate e hambúrgueres, estava aprovada desde Julho e impõe ainda um aumento de 10% no imposto sobre álcool e bebidas refrigerantes. Segundo a imprensa internacional, a perspectiva é que a iniciativa renda qualquer coisa como 111 milhões de euros por ano, destinados a cobrir um terço do défice da saúde húngara (371 milhões de euros).</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em Portugal, José Manuel Silva diz que não consegue prever os ganhos de um imposto semelhante, mas sublinha que este mercado deve ascender anualmente a &#8220;milhares de milhões de euros&#8221;. Uma fatia poderia contribuir para a redução das dívidas da saúde a fornecedores, que, segundo os últimos dados disponíveis, ascendem a 2,7 mil milhões de euros. &#8220;Isto já acontece com o tabaco, em que uma parte do imposto financia equipamento hospitalar, nomeadamente no Instituto Português de Oncologia. Estamos numa situação financeira complicada e temos de ser inovadores. Só a discussão desta questão pode encaminhar para comportamentos mais saudáveis e reduzir doenças crónicas como a hipertensão, a diabetes e o colesterol. Já o imposto seria uma renda muito apreciável para o SNS, além dos resultados em termos de saúde pública.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Na análise de José Manuel Silva, a mudança de hábitos permitiria eliminar e prevenir 90% dos casos de diabetes tipo 2, uma das causas principais de transplante renal. &#8220;Os custos estão todos ligados, seria um efeito em cascata. Hoje em dia as doenças crónicas consomem 80% do orçamento da saúde.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas como taxar? Para o bastonário, os critérios para a imposição do imposto teriam de ser definidos por uma comissão de peritos. &#8220;A ideia não é taxar uma cadeia de fast food mas alimentos e produtos. Algumas já têm menus com poucas calorias. Vendem garrafas de água que não seriam taxadas.&#8221; Voltando ao exemplo húngaro &#8211; a primeira legislação do género da Europa, na esteira de iniciativas semelhantes nos Estados Unidos ou Japão -, a cafeína foi outro dos ingredientes afectados. O &#8220;imposto das batatas fritas&#8221;, como foi cunhado pela imprensa húngara, tem sido considerado vago pela indústria alimentar e está a provocar uma revolução no mercado, com o aparecimento de novos produtos como chocolate com mais cacau e menos açúcar, versões &#8220;diet&#8221; de bolachas ou novas receitas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No caso das bebidas, a lei diz que todas as que tenham menos de 25% de sumo de fruta por decilitro e 8 gramas de açúcar passam a pagar mais. No pacote de batatas, o sal não pode exceder 1% do conteúdo.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Jornal i</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pedro-roque.com/2011/09/economia/saude-novo-imposto-sobre-fast-food-sal-acucar-e-gorduras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Certificados de Aforro: Portugueses resgatam 415M em Julho</title>
		<link>http://pedro-roque.com/2011/08/economia/certificados-de-aforro-portugueses-resgatam-415m-em-julho/</link>
		<comments>http://pedro-roque.com/2011/08/economia/certificados-de-aforro-portugueses-resgatam-415m-em-julho/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 16:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[certificados do tesouro]]></category>
		<category><![CDATA[contas]]></category>
		<category><![CDATA[CT]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[estado]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[finanças pessoais]]></category>
		<category><![CDATA[nação]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[poupança]]></category>
		<category><![CDATA[rendimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pedro-roque.com/?p=770</guid>
		<description><![CDATA[O resgate de Certificados de Aforro (CA) continuou em Julho, retirando dos cofres do Estado 415 milhões de euros, mais 55 milhões do que em Junho, mas menos 322 milhões do que o recorde histórico de certificados retirados em Abril.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><em>O resgate de Certificados de Aforro (CA) continuou em Julho, retirando dos cofres do Estado 415 milhões de euros, mais 55 milhões do que em Junho, mas menos 322 milhões do que o recorde histórico de certificados retirados em Abril.</em></h2>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" title="finanças pessoais" src="http://img.efetividade.net/img/xtra/personalfinance.jpg" alt="finanças pessoais" width="470" height="323" /></p>
<p style="text-align: justify;">As novas subscrições foram de 33 milhões de euros, próximo do mínimo de 30 milhões de euros de CA emitidos em Fevereiro, mostram os números hoje divulgados no Boletim Mensal do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP).</p>
<p style="text-align: justify;">Desde Janeiro, os portugueses já resgataram 2,9 mil milhões de euros deste instrumento de poupança gerido pelo Estado, enquanto as subscrições foram de apenas 229 milhões de euros em certificados de aforro, o que totaliza um saldo negativo de 2,6 milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">Já nos Certificados do Tesouro, outros dos instrumentos de dívida do Estado, o valor de títulos resgatados em Julho pelos portugueses ficou-se nos 51 milhões de euros, mais 23 milhões do no mês anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, quanto aos CT subscritos, houve um aumento que permitiu ao Estado arrecadar em termos líquidos 54 milhões de euros, mais dois milhões do que em Junho.</p>
<p style="text-align: justify;">No total dos primeiros sete meses do ano, as subscrições deste instrumento chegaram aos 777 milhões de euros, enquanto o valor resgatado ficou-se nos 220 milhões de euros. Isto dá ao Estado um saldo líquido de 557 milhões de euros com os CT.</p>
<p style="text-align: right;"><small>Fonte: Público</small></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pedro-roque.com/2011/08/economia/certificados-de-aforro-portugueses-resgatam-415m-em-julho/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jacques Delors: Moeda única e Europa estão &#8220;à beira do precipício&#8221;</title>
		<link>http://pedro-roque.com/2011/08/economia/jacques-delors-moeda-unica-e-europa-estao-a-beira-do-precipicio/</link>
		<comments>http://pedro-roque.com/2011/08/economia/jacques-delors-moeda-unica-e-europa-estao-a-beira-do-precipicio/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 10:26:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Angela Merkel]]></category>
		<category><![CDATA[comissão europeia]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[economia europeia]]></category>
		<category><![CDATA[euro]]></category>
		<category><![CDATA[europa]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[jacques delors]]></category>
		<category><![CDATA[moeda única]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolas Sarkozy]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Euro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pedro-roque.com/?p=757</guid>
		<description><![CDATA["Temos de abrir os olhos: o euro e a Europa estão à beira do precipício. Para que não caiam, a escolha parece-me simples: ou os estados-membros aceitam a cooperação económica reforçada que sempre defendi, ou transferem mais poderes para a União" - Jacques Delors (Antigo presidente da Comissão Europeia)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><em>&#8220;Temos de abrir os olhos: o euro e a Europa estão à beira do precipício. Para que não caiam, a escolha parece-me simples: ou os estados-membros aceitam a cooperação económica reforçada que sempre defendi, ou transferem mais poderes para a União&#8221; &#8211; Jacques Delors (Antigo presidente da Comissão Europeia)</em></h2>
<p><img class="aligncenter" title="jacques delors" src="http://i54.tinypic.com/2w73fd5.jpg" alt="jacques delors" width="545" height="375" /></p>
<p style="text-align: justify;">O antigo presidente da Comissão afirmou ainda que &#8220;desde o início da crise&#8221; que os dirigentes europeus &#8220;têm passado ao lado da realidade&#8221;, acusando os líderes das grandes potências da Zona Euro, Alemanha e França, de &#8220;formular respostas vagas e insuficientes&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Tal como estão, não servem para nada&#8221;, disse Delors sobre as propostas do Presidente francês, Nicolas Sarkozy, e da chanceler alemã, Angela Merkel, de reforma das instituições comunitárias para responder à crise da dívida.</p>
<p style="text-align: justify;">Delors, francês de 86 anos, foi presidente da Comissão entre 1985 e 1995.</p>
<p style="text-align: justify;">Na entrevista aos dois jornais francófonos, Delors defendeu a mutualização das dívidas dos estados-membros &#8220;até 60%&#8221; do respectivo Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A mutualização parcial da dívida (&#8230;) devolveria sentido à cooperação comunitária. Os estados-membros devem, simultaneamente, levantar as suas últimas objecções aos seis projectos de directivas sobre governação económica, que o Parlamento Europeu logicamente reforçou para tornar mais automáticas as sanções em caso de derrapagem orçamental&#8221;, afirmou Delors.</p>
<p style="text-align: right;"><small>Fontes: Lusa; Económico</small></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://pedro-roque.com/2011/08/economia/jacques-delors-moeda-unica-e-europa-estao-a-beira-do-precipicio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

