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	<title>Pedro Roque &#187; Gestão</title>
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		<title>Yahoo! contrata Scott Thompson para CEO</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 21:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Yahoo!, empresa que detém o maior portal de notícias do mundo, contratou Scott Thompson (54 anos) para assumir a direcção geral.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">A Yahoo!, empresa que detém o maior portal de notícias do mundo, contratou Scott Thompson (54 anos) para assumir a direcção geral.</h2>
<p><img class="aligncenter" title=" Scott Thompson CEO" src="http://i43.tinypic.com/2e31jeo.jpg" alt=" Scott Thompson CEO" width="478" height="308" /></p>
<p>Scott Thompson estava até agora na PayPal, serviço de pagamento eletrónico controlado pela eBay, assumirá as funções de presidente executivo e que estavam interinamente entregues a Tim Morse. Este retorna agora para a direcção financeira.</p>
<p>A missão de Thompson, que inicia funções a 09 de Janeiro, reside claramente em objetivos de inovação e crescimento que a Yahoo tem falhado desde os tempos em que Carol Bartz recusou a oferta de compra colocada pela Microsoft (2009).</p>
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		<title>NOVA e Católica entre as Melhores do Ranking Financial Times</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 10:32:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ranking do Financial Times que elege as melhores "business schools" da Europa coloca este ano duas instituições portuguesas no top 40. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">O ranking do Financial Times que elege as melhores &#8220;business schools&#8221; da Europa coloca este ano duas instituições portuguesas no top 40.</h2>
<p><img class="aligncenter" title="Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa" src="http://lh5.ggpht.com/_iuS5fuJOs_E/TPpqTqzAKZI/AAAAAAAAJz8/DROWnOYCFNA/UNL.jpg" alt="Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa" width="511" height="335" /></p>
<p style="text-align: justify;">O ranking do Financial Times que elege as melhores “business schools” da Europa coloca este ano duas instituições portuguesas no top 40. A escola de gestão da Universidade Católica ficou colocada na 33ª posição, enquanto a escola de gestão da Universidade Nova de Lisboa ficou seis lugares abaixo, no 39º lugar. Ambas ultrapassaram instituições reputadas como a Universidade de Cambridge.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do Financial Times ter outros rankings específicos para cada uma das áreas de formação das “business shool”, a tabela agora conhecida é considerada o “ranking dos rankings”. É uma avaliação que faz média de todas as ofertas formativas das escolas de gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">José Ferreira Machado, director da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa (FEUNL), destaca a importância do feito atingido. “Portugal e Lisboa têm duas escolas entre as 40 melhores, o que é algo de absolutamente extraordinário. Estamos à frente de nomes que toda a gente conhece como: Cambridge, a Copenhaga Business School, a escola de Colónia ou a MHH da Noruega. São escolas de grande reputação, e que, muitas vezes, os nossos alunos querem frequentar”, enfatizou o director da FEUNL.</p>
<p style="text-align: justify;">Ferreira Machado salienta ainda que a Universidade Nova foi a “escola que mais subiu” comparativamente com 2010. Foram 34 lugares: “Numa escola pública, e num ano em que as entidades públicas estão a ter enormes dificuldades, é um feito extraordinário. O segredo é acreditar que é possível e trabalhar para esse fim, bem como não desanimar com os insucessos”, frisou. A escola de gestão da Universidade Católica ficou em 62º em 2010, e este ano galgou 29 lugares na tabela.</p>
<p style="text-align: justify;">As ofertas de formação na área da gestão FEUNL têm actualmente 2000 alunos. “Temos muito potencial de crescimento. Vejo de forma muito positiva a possibilidade de subida e daqui a 10 anos ambicionamos chegar ao ‘top ten’”, rematou o director da FEUNL.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Negócios</p>
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		<title>EasyJet prepara planos de emergência para colapso na zona euro</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 12:02:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A companhia aérea Easyjet está a preparar um plano de emergência para o risco de um colapso ou outros problemas na zona euro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">A companhia aérea EasyJet está a preparar um plano de emergência para o risco de um colapso ou outros problemas na zona euro.</h2>
<p><img class="alignnone aligncenter" title="easyjet" src="http://3.bp.blogspot.com/_DTRsPSNcKCU/TSMfMt9rLzI/AAAAAAAAE58/aop0osHnpF8/s1600/easyjet-immo-news.jpg" alt="easyjet" width="540" height="324" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Estamos a fazer bastante planeamento de cenários sobre o que poderá acontecer e teremos certamente um plano de contingência para se algo completamente inesperado acontecer na Europa&#8221;, afirmou hoje a presidente-executiva da easyJet, Carolyn McCall numa conferência de imprensa por telefone.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sem adiantar pormenores, afirmou estar apenas a &#8220;olhar para vários cenários e planos&#8221;. McCall fez este comentário durante a apresentação de resultados anuais da companhia aérea, que anunciou um aumento de 60,8% nos lucros antes de impostos no ano fiscal de Setembro de 2010 a Setembro de 2011. Ou seja, passou de 154 milhões de libras (180 milhões de euros) em 2010 para 248 milhões de libras (290 milhões de euros) em 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dos custos acrescidos de 100 milhões de libras (117 milhões de euros) com combustível, a easyJet registou uma subida de 11,8% do número de passageiros para 54,5 milhões em 2011. A presidente-executiva salientou sobretudo o desempenho em atrair mais quase um milhão de passageiros em negócios para cerca de 9,5 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">A easyJet reivindica uma quota de mercado europeu de 7,6% e o quarto lugar em termos de voos de médio curso. Apesar de ser britânica, os passageiros de fora do Reino Unido representam já a maioria dos clientes, número que cresceu 3% em 2011 para 56%.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente a companhia de baixo custo assinou com o Governo português um memorando de entendimento para abrir uma base aérea em Lisboa a partir de Abril de 2012. Além de 100 postos de trabalho locais, serão criadas novas rotas para Amesterdão, Copenhaga, Bordéus, Veneza e Astúrias.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Diario Económico</p>
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		<title>Galp já vale quatro vezes BES, BPI, BCP e Banif juntos</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 15:05:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A subida da Galp e as quedas que têm marcado o desempenho das cotações dos bancos em bolsa já levaram a que petrolífera valha, agora, quatro vezes mais que as instituições financeiras cotadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>A subida da Galp e as quedas que têm marcado o desempenho das cotações dos bancos em bolsa já levaram a que petrolífera valha, agora, quatro vezes mais que as instituições financeiras cotadas.</h2>
<p><img class="aligncenter" src="http://i40.tinypic.com/rs5r28.png" alt="" /></p>
<p>A petrolífera distanciou-se também da EDP, a segunda maior cotada da Bolsa de Lisboa, valendo ontem mais 55% do que a eléctrica.</p>
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		<title>Mega Negócio: Microsoft Comprou Skype</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 16:14:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Microsoft anunciou esta terça-feira a compra da Skype por 8,5 mil milhões de dólares (5,9 mil milhões de euros), no que foi a maior aquisição da empresa fundada por Bill Gates nos seus 36 anos de existência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><strong>Esta compra acontece dias após Google e Facebook mostraram interesse numa parceria com a Skype, que domina o mercado das chamadas telefónicas através da Internet.</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter" title="microsoft skype" src="http://www.ciberwolf.com/wp-content/uploads/2011/05/microsoft-quiere-comprar-a-skype.jpg" alt="microsoft skype" width="400" height="279" /><br />
</strong></p>
<p>A Microsoft já tem  um software que já tem algumas funcionalidades similares às da Skype. O Windows Live Messager oferece mensagens instantâneas, chamada de voz e vídeo.</p>
<p>O Skype é um serviço utilizado por muitos milhares de pessoas em todo o Mundo devido à sua facilidade de utilização.</p>
<p>Justificando a venda  da companhia, o presidente executivo da Skype afirmou que a Microsoft é a empresa ideal para garantir o futuro do serviço de comunicação de voz por IP.</p>
<p>Segundo a Microsoft, a união da tecnologia e gestão das duas empresas irá aumentar o acesso a ferramentas de vídeo em tempo real e comunicação de voz, trazendo benefícios principalmente para os utilizadores empresariais.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: CM</p>
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		<title>Power Balance admite que Pulseiras do Equilíbrio não Funcionam</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 18:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A marca de pulseiras plásticas Power Balance, vendidas com o objectivo de darem mais força e equilíbrio a quem as usa, foi obrigada na Austrália a admitir publicamente que as pulseiras não funcionam e a reembolsar compradores insatisfeitos.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">A marca de pulseiras plásticas Power Balance, vendidas com o objectivo de darem mais força e equilíbrio a quem as usa, foi obrigada na Austrália a admitir publicamente que as pulseiras não funcionam e a reembolsar compradores insatisfeitos.</h2>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" title="pulseira do equilibrio" src="http://i54.tinypic.com/dfu4if.jpg" alt="pulseira do equilibrio" width="435" height="200" /></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de queixas feitas no país de compradores que se sentiram defraudados com a pulseira, a Australian Competition and Consumer Comission, entidade com competências equiparadas em Portugal à Direcção Geral do Consumidor, obrigou a marca a fazer um comunicado no site daquela autoridade a admitir que as pulseiras são publicidade enganosa, que não funcionam.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“Admitimos que as nossas alegações sobre o artigo não têm base científica e que por isso incorremos numa conduta enganosa”, diz a Power Balance num comunicado.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todos os compradores que se sentirem defraudados devem enviar à Power Balance Austrália a pulseira verdadeira e pedir o dinheiro de volta, reeembolso que a marca garante até 30 de Junho.</p>
<p style="text-align: justify;">A marca terá também que retirar das suas embalagens a frase “performance technology” e alterá-la nas campanhas publicitárias e o seu site. “A ACCC acredita que esta expressão pode induzir os consumidores em erro, fazendo-os acreditar que a pulseira tem poderes que de facto não tem”, diz no seu site a autoridade australiana, num comunicado assinado pelo seu presidente Graeme Samuel. “Os fornecedores destes artigos têm de certificar-se que não estão a publicitar benefícios que não são comprovados por verificação científica”.</p>
<p style="text-align: justify;">A entidade reforça a gravidade da situação quando o artigo em causa é vendido nas maiores lojas de desporto e usado por celebridades, situações que ajudam a credibilizar o artigo, acrescenta o comunicado. “Os vendedores que continuarem a vender o artigo têm de ter presente que a ACCC pode também agir contra eles.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="power balance multada" href="http://pedro-roque.com/2010/11/economia/pulseiras-power-balance-pagam-multa-por-fraude/" target="_blank">Em Espanha</a>, a associação espanhola de defesa do consumidor Facua decidiu avançar em Novembro com um processo por publicidade enganosa e obrigou a Power Balance Espanha a pagar uma multa de cerca de 15 mil euros à Junta da Andaluzia, região onde a empresa se instalou no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a Facua não ficou satisfeita e alaga que vai recorrer uma vez que 15 mil euros é quanto a empresa faz em algumas horas com a venda de cerca de 500 unidades. Espanha é, segundo a associação, o país líder em vendas da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo aconteceu em Itália. A autoridade que regula o mercado italiano (AGCM) multou em 350 mil euros as empresas que vendem no país as pulseiras Power Balance e outras do género. As empresas Power Balance Italy e Sport Town foram multadas em 300 mil e 50 mil euros respectivamente, depois de uma investigação que prova que não deu como provados os benefícios para o equilíbrio, flexibilidade, resistência física e força que são anunciados na publicidade ao produto.</p>
<p style="text-align: justify;">Cristiano Ronaldo, a estrela do basquetebol norte-americano Shaquille O’Neal, o corredor de Fórmula 1 Rubens Barichello, ou a actriz portuguesa Alexandra Lencastre são algumas das personagens com exposição mediática que já apareceram com uma Power Balance no pulso.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Novembro, quando surgiu o caso espanhol, o físico de partículas Gaspar Barreira, disse: <em>“Tudo o que se diz sobre a pulseira em termos físicos é um chorrilho de asneiras, são palavras tiradas ao acaso. Não há maneira de fazer sentido”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Pedro Nunes, bastonário da Ordem dos Médicos acrescentava: <em>“Hoje em dia vivemos numa sociedade em que qualquer um pode burlar os outros. Tudo é aceitável sem qualquer comprovação científica. Os produtos deviam ter uma comprovação da sua eficácia”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">E o psicólogo Américo Baptista falava de um efeito placebo que até poderia justificar o bem-estar que alguns utilizadores dizem sentir com a pulseira: “Quando nós acreditamos, e não é só nas pulseiras, ficamos de facto melhores. É o efeito placebo. Há mecanismos cerebrais que são activados, que desencadeiam a produção de endorfinas, moléculas responsáveis pelo alívio da dor, por exemplo”.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte</strong>: Publico</p>
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		<title>Receitas da Ecopilhas revertem para o IPO</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 11:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Ecopilhas (Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores) lançou esta semana o II Peditório Nacional de Recolha de Pilhas e Baterias Portáteis usadas cujas receitas irão reverter a favor do Instituto Português de Oncologia (IPO). ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong>A Ecopilhas (Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores)  lançou esta semana o II Peditório Nacional de Recolha de Pilhas e  Baterias Portáteis usadas cujas receitas irão reverter a favor do  Instituto Português de Oncologia. </strong></h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="reciclar pilhas" src="http://1.bp.blogspot.com/_NBr2TsJxjao/Sx_auOQrhLI/AAAAAAAAABc/jf96vQ_VlYc/s320/pilha%25252002.jpg" alt="reciclar pilhas" width="250" height="261" /></p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa  decorre em até dia 31 de dezembro com o lema &#8220;Renove esta energia e  ajude o IPO&#8221; e será divulgada nas ruas, na televisão, na imprensa e na  rádio para apelar à contribuição de todos. O objetivo da iniciativa  Ecopilhas, para além de ajudar a preservar o ambiente, é oferecer um  Ortopantomografo ao IPO.</p>
<p>&#8220;Esta não é só mais uma campanha, é a  nossa vontade de contribuir para o bem comum, ajudando o IPO, com a  oferta de um aparelho de diagnóstico que irá permitir continuar a luta  contra o cancro e, ao mesmo tempo, ajudar o ambiente recolhendo Pilhas e  Baterias usadas&#8221; explicou o diretor-geral da Ecopilhas, Eurico  Cordeiro.</p>
<p>De acordo com comunicado da empresa, o  ortopantomografo &#8220;possibilita o diagnóstico de densidade de massa óssea a  doentes oncológicos, o que contribui para otimizar o seu tratamento,  uma vez que os doentes são submetidos a terapias muito evasivas como é o  caso da quimioterapia e da radioterapia&#8221;</p>
<p>Durante a iniciativa de  rua serão distribuídos Mini Pilhões em edifícios de habitação e de  empresas nas zonas da Grande Lisboa e do Grande Porto. A associação ao  Millennium BCP também irá colocá-los nas diversas sucursais da empresa  de norte a sul do país.</p>
<p>&#8220;Apelamos ao público em geral que se  associe à Ecopilhas colocando as suas pilhas e baterias usadas nos  Pilhões&#8221;, salienta o mesmo responsável.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Óptimas Notícias: Amazon tem Envio Grátis para Portugal</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 21:14:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Amazon, o maior retalhista online do mundo, alargou hoje o seu serviço de envio grátis a 17 países europeus, entre os quais Portugal. A expansão permitirá à empresa distribuir gratuitamente milhões de objectos, em encomendas de valor superior a 28 euros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="amazon logo" src="http://i52.tinypic.com/34ziv46.jpg" alt="amazon logo" width="225" height="225" /><strong>A Amazon, o maior retalhista online do mundo, alargou hoje o seu serviço de envio grátis a 17 países europeus, entre os quais Portugal. </strong>A expansão permitirá à empresa distribuir gratuitamente milhões de objectos, em encomendas de valor superior a 28 euros.</p>
<p style="text-align: justify;">Até agora, dentro da Europa, apenas os consumidores do Reino Unido e da Irlanda podiam beneficiar da entrega gratuita das encomendas, mas depois do anúncio de hoje, esse benefício estende-se aos consumidores de Itália, Grécia, Dinamarca, Noruega, Espanha, Bélgica, Luxemburgo, Polónia, Suécia, San Marino, Holanda, e Finlândia, além de Portugal, que poderão assim usufruir das vantagens do serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">No site, é cada vez maior a oferta da Amazon em produtos, agora disponíveis em mais países.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Empresas controlam cada vez mais o Facebook dos seus Colaboradores</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Apr 2010 14:55:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A informação que circula nas redes sociais pode destruir a reputação de uma empresa, mas muitos grupos não têm ainda regras sobre a sua utilização. Quando toca a desabafar mágoas do emprego usar as redes sociais não tem a mesma inocência de uma conversa de café. Pode arruinar a reputação da empresa ou pelo menos custar-te o emprego.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A informação que circula nas redes sociais pode destruir a reputação de uma empresa, mas grupos como a TAP, Coca-Cola e CGD não têm ainda regras específicas sobre a sua utilização. Em Portugal a RTP foi das primeiras a criar recomendações para o comportamento dos seus trabalhadores nas redes sociais.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.virginmedia.com/images/angry%20boss_431x276.jpg" alt="" width="431" height="276" /></p>
<div>
<p style="text-align: justify;">Mostramos fotografias, comentamos os perfis ou os <em>twitts</em> dos nossos amigos, mantemo-nos, se assim o quisermos, em contacto diário  com uma rede mais ou menos alargada de pessoas. Mas quando toca a  desabafar mágoas do emprego, do chefe autoritário ou do colega  implicativo, usar as redes sociais não tem a mesma inocência de uma  conversa de café. Em última instância, podem arruinar a reputação de uma  empresa ou custar o emprego ao trabalhador que deu um passo em falso.</p>
<p>Enquanto  nos Estados Unidos uma sucessão de polémicas (ver caixa) tem levado  muitas empresas a inscrever nos seus códigos de conduta regras sobre a  utilização dessas ferramentas pelos empregados, as empresas portuguesas  mantêm-se alheadas destes mecanismos preventivos. A TAP não é excepção,  mesmo depois de ter protagonizado o primeiro caso polémico com as redes  sociais. Em Janeiro, a transportadora viu aquilo que poderia ser um mero  desabafo de um piloto no Facebook dar origem a uma troca de comentários  violentos com outros colegas de trabalho. Um dos superiores visados deu  entrada com um processo-crime por difamação.</p>
<p>&#8220;As empresas ainda  são surpreendidas com determinados comportamentos dos seus empregados  nas redes e não têm a certeza sobre a melhor forma de lidar com elas&#8221;,  diz António Monteiro, porta-voz da companhia aérea portuguesa. Esta  &#8220;realidade nova&#8221; precisa de ser assimilada pela empresa e pelos  colaboradores, mas, para já, a TAP diz não sentir necessidade de criar  regras específicas de utilização das redes.</p>
<p>Do mesmo modo, a  Coca-Cola Portugal &#8220;deixa ao bom senso dos colaboradores a utilização  que fazem das redes sociais&#8221;, revela o director de relações externas,  Tiago Santos Lima. O código de conduta da empresa não tem regras  específicas neste domínio, quer a nível nacional, quer internacional.</p>
<p>Mas  quando se trata de usar as redes para divulgar a imagem da marca, a  questão muda de figura. A Coca-Cola tem mais de cinco milhões de fãs no  Facebook a nível internacional, ou seja, cerca de metade da população  portuguesa. A TAP marca presença nessa rede e no Twitter (uma espécie de  miniblogue e rede social), através das quais divulga produtos e  promoções. Outras tantas empresas, em Portugal e lá fora, usam já as  redes sociais para recrutar ou procurar informações sobre candidatos a  empregos. Mas, quando se trata de regular a relação dos próprios  trabalhadores com as redes sociais, as mudanças têm sido mais lentas.</p>
<p><strong>Dentro  da lei</strong></p>
<p>&#8220;É fundamental que as empresas adoptem códigos de  conduta que estabeleçam regras específicas e os limites dos  trabalhadores na utilização das redes sociais&#8221;, defende o advogado  Laborinho Lúcio, em entrevista ao PÚBLICO. Não se trata aqui de limitar a  liberdade de expressão, mas sim encontrar um equilíbrio entre esta e os  deveres perante a entidade patronal inscritos no Código do Trabalho,  como o dever de lealdade, confidencialidade e urbanidade. Deveres que,  uma vez infringidos, podem levar ao despedimento.</p>
<p>&#8220;As redes  sociais não são um mundo sem leis&#8221;, alerta o advogado, garantindo que a  legislação actual permite punir acções levadas a cabo através das redes  sociais. Os crimes contra a honra (difamação, injúria e ofensa a pessoa  colectiva) são os mais comuns e custam penas de prisão e multas, que  podem ser agravadas em um terço por usarem meios de grande abrangência  como as redes sociais.</p>
<p>À semelhança das outras empresas  contactadas pelo PÚBLICO, a Caixa Geral de Depósitos não tem regras  específicas de utilização das redes sociais pelos funcionários. &#8220;Não há  necessidade de fazer um código específico quando há um que abrange toda a  conduta do colaborador e que vigora, em certos aspectos, mesmo quando  os trabalhadores deixam de ter vínculo à instituição&#8221;, diz fonte oficial  do banco.</p>
<p>Já no caso da RTP, não há um código de conduta mas o  director de informação, José Alberto Carvalho distribuiu pela redacção  um conjunto de recomendações no final do ano passado, apelando ao bom  senso dos jornalistas na manifestação de opiniões em redes sociais, nos  blogues ou no Twitter ligadas a temas tratados na televisão.</p>
<p>&#8220;Isto  surgiu depois de meia dúzia de situações que poderiam ser conflituosas  para a empresa, como o caso de um jornalista que estava a cobrir um  assunto controverso e depois, no seu blogue, tomava partido por uma das  partes&#8221;, revela José Alberto Carvalho. No mesmo dia em que fez as  recomendações, o director de informação da RTP criou uma página pessoal  no Facebook para mostrar que não é contra as redes sociais.</p>
<p><strong>Vigiar  as redes</strong></p>
<p>Para João Laborinho Lúcio, a existência de códigos  de conduta que estabelecem as obrigações do trabalhador quanto à  utilização das redes sociais dá mais segurança à entidade patronal,  permitindo que, em caso de violação daqueles deveres, esta inicie mais  rapidamente um processo disciplinar, que pode chegar ao despedimento com  justa causa.</p>
<p>Além disso, destaca o advogado, &#8220;as empresas devem  assumir uma vigilância activa em relação à sua reputação e uso da marca  nas redes sociais&#8221;. A Kodak, por exemplo, dá liberdade aos seus  trabalhadores mas, sempre que estes publicam uma opinião em rede,  obriga-os a colocar um <em>disclaimer</em> para especificar que a sua  opinião é individual e não da empresa. Já a Coca-Cola inverteu as regras  do jogo e, em vez de vigiar os empregados, pediu-lhes que se tornem  &#8220;olheiros&#8221; e estejam atentos à divulgação de informações prejudiciais  para a empresa.</p>
<p>Parece excessivo? A novidade e dimensão do  fenómeno ainda não permite responder de forma clara. &#8220;Hoje em dia, é  arriscado dizer-se que não estamos numa rede social&#8221;, avisa Milene Melo,  directora da empresa de pesquisa We Find. Que o diga John Sawers, que,  antes de tomar posse como chefe dos serviços secretos britânicos, teve  uma foto sua em calções de banho publicada no Facebook da mulher, além  de detalhes comprometedores sobre o sítio onde viviam e amigos.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Público</p>
</div>
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		<title>Vendas de Telefone da Google Desiludem</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 18:56:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os primeiros números de vendas do 'smartphone' da Google ficam muito atrás das do iPhone da Apple e do Droid da Motorola na altura em que foram lançados no mercado. A Google vendeu cerca de 135 mil aparelhos Nexus One nos primeiros 74 dias no mercado. Estes números contrastam com 1 milhão de unidades do iPhone da Apple e os 1,05 milhões do Droid da Motorola vendidas em igual período, refere um relatório da Flurry.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong> Os primeiros números de vendas do &#8216;smartphone&#8217; da Google ficam muito  atrás das do iPhone da Apple e do Droid da Motorola na altura em que  foram lançados no mercado. A Google vendeu cerca de 135 mil aparelhos Nexus One nos primeiros  74 dias no mercado. Estes números contrastam com 1 milhão de unidades do  iPhone da Apple e os 1,05 milhões do Droid da Motorola vendidas em  igual período, refere um relatório da Flurry.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="325" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/ftJkg7CgmgQPt2H3Bhj8/mov/1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="325" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/ftJkg7CgmgQPt2H3Bhj8/mov/1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">A empresa de análise de mercado explica que as suas estimativas, que  baseiam-se em descargas de aplicações de software&#8217; para a maioria destes  modelos, sugerem um começo pior do que era esperado pela Google, que  tem em vista alcançar um lugar de peso no negócio de telemóveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O motor de buscas norte-americano lançou em Janeiro o seu  primeiro  telemóvel, que desenvolveu junto com o fabricante taiwanês HTC. O seu  aparelho Nexus One, ao contrário do iPhone e do Droid, só pode ser  adquirido através da Internet e não está disponível nas lojas. O mesmo  sucede com a publicidade, que é feita através da net, enfrentando as  fortes campanhas de anúncios de televisão das suas concorrentes.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="nexus one" src="http://www.guiadastecnologias.com/index/wp-content/uploads/2010/01/Google-Nexus-One-4.jpg" alt="" width="500" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>E para complicar ainda mais as coisas para a Google, parece que mesmo depois de ter utilizado o nome Nexus One comercialmente, a empresa teve o pedido de registo de marca negado. Aparentemente, o nome já possuía um dono.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Isto porque quando a empresa solicitou o  registro do nome &#8220;Nexus One&#8221;, outra empresa já detinha os direitos da  palavra &#8220;nexus&#8221; para produtos relacionados à serviços de  telecomunicações, que incluem &#8220;transmissão de dados e voz, conferências,  encaminhamento de chamadas, rejeição de chamadas, retorno, espera de  chamadas, identificação e bloqueio de chamadas e acesso banda-larga a  rede mundial de computadores&#8221;, como destaca o site <em> The Register</em>.</p>
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