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	<title>Pedro Roque &#187; Economia</title>
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		<title>NOVA e Católica entre as Melhores do Ranking Financial Times</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 10:32:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ranking do Financial Times que elege as melhores "business schools" da Europa coloca este ano duas instituições portuguesas no top 40. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">O ranking do Financial Times que elege as melhores &#8220;business schools&#8221; da Europa coloca este ano duas instituições portuguesas no top 40.</h2>
<p><img class="aligncenter" title="Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa" src="http://lh5.ggpht.com/_iuS5fuJOs_E/TPpqTqzAKZI/AAAAAAAAJz8/DROWnOYCFNA/UNL.jpg" alt="Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa" width="511" height="335" /></p>
<p style="text-align: justify;">O ranking do Financial Times que elege as melhores “business schools” da Europa coloca este ano duas instituições portuguesas no top 40. A escola de gestão da Universidade Católica ficou colocada na 33ª posição, enquanto a escola de gestão da Universidade Nova de Lisboa ficou seis lugares abaixo, no 39º lugar. Ambas ultrapassaram instituições reputadas como a Universidade de Cambridge.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do Financial Times ter outros rankings específicos para cada uma das áreas de formação das “business shool”, a tabela agora conhecida é considerada o “ranking dos rankings”. É uma avaliação que faz média de todas as ofertas formativas das escolas de gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">José Ferreira Machado, director da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa (FEUNL), destaca a importância do feito atingido. “Portugal e Lisboa têm duas escolas entre as 40 melhores, o que é algo de absolutamente extraordinário. Estamos à frente de nomes que toda a gente conhece como: Cambridge, a Copenhaga Business School, a escola de Colónia ou a MHH da Noruega. São escolas de grande reputação, e que, muitas vezes, os nossos alunos querem frequentar”, enfatizou o director da FEUNL.</p>
<p style="text-align: justify;">Ferreira Machado salienta ainda que a Universidade Nova foi a “escola que mais subiu” comparativamente com 2010. Foram 34 lugares: “Numa escola pública, e num ano em que as entidades públicas estão a ter enormes dificuldades, é um feito extraordinário. O segredo é acreditar que é possível e trabalhar para esse fim, bem como não desanimar com os insucessos”, frisou. A escola de gestão da Universidade Católica ficou em 62º em 2010, e este ano galgou 29 lugares na tabela.</p>
<p style="text-align: justify;">As ofertas de formação na área da gestão FEUNL têm actualmente 2000 alunos. “Temos muito potencial de crescimento. Vejo de forma muito positiva a possibilidade de subida e daqui a 10 anos ambicionamos chegar ao ‘top ten’”, rematou o director da FEUNL.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Negócios</p>
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		<title>EasyJet prepara planos de emergência para colapso na zona euro</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 12:02:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A companhia aérea Easyjet está a preparar um plano de emergência para o risco de um colapso ou outros problemas na zona euro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">A companhia aérea EasyJet está a preparar um plano de emergência para o risco de um colapso ou outros problemas na zona euro.</h2>
<p><img class="alignnone aligncenter" title="easyjet" src="http://3.bp.blogspot.com/_DTRsPSNcKCU/TSMfMt9rLzI/AAAAAAAAE58/aop0osHnpF8/s1600/easyjet-immo-news.jpg" alt="easyjet" width="540" height="324" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Estamos a fazer bastante planeamento de cenários sobre o que poderá acontecer e teremos certamente um plano de contingência para se algo completamente inesperado acontecer na Europa&#8221;, afirmou hoje a presidente-executiva da easyJet, Carolyn McCall numa conferência de imprensa por telefone.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sem adiantar pormenores, afirmou estar apenas a &#8220;olhar para vários cenários e planos&#8221;. McCall fez este comentário durante a apresentação de resultados anuais da companhia aérea, que anunciou um aumento de 60,8% nos lucros antes de impostos no ano fiscal de Setembro de 2010 a Setembro de 2011. Ou seja, passou de 154 milhões de libras (180 milhões de euros) em 2010 para 248 milhões de libras (290 milhões de euros) em 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dos custos acrescidos de 100 milhões de libras (117 milhões de euros) com combustível, a easyJet registou uma subida de 11,8% do número de passageiros para 54,5 milhões em 2011. A presidente-executiva salientou sobretudo o desempenho em atrair mais quase um milhão de passageiros em negócios para cerca de 9,5 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">A easyJet reivindica uma quota de mercado europeu de 7,6% e o quarto lugar em termos de voos de médio curso. Apesar de ser britânica, os passageiros de fora do Reino Unido representam já a maioria dos clientes, número que cresceu 3% em 2011 para 56%.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente a companhia de baixo custo assinou com o Governo português um memorando de entendimento para abrir uma base aérea em Lisboa a partir de Abril de 2012. Além de 100 postos de trabalho locais, serão criadas novas rotas para Amesterdão, Copenhaga, Bordéus, Veneza e Astúrias.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Diario Económico</p>
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		<title>Nobel da Economia 2011: Thomas Sargeant e Christopher Sims</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 11:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os economistas americanos Thomas J Sargent e Christopher A Sims venceram hoje o prémio Nobel da Economia "pela sua investigação empírica sobre causa e efeito na macroeconomia".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">O Prémio para as Ciência Económicas em Memória de Alfred Nobel foi entregue a Thomas J. Sargent e Christopher A. Sims &#8220;pela sua pesquisa empírica sobre causa e efeito&#8221;.</h2>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="Thomas J Sargent e Christopher A Sims " src="http://i54.tinypic.com/207vxnm.jpg" alt="Thomas J Sargent e Christopher A Sims " width="385" height="269" />O Prémio para as Ciências Económics em Memória de Alfred Nobel foi atribuído a dois académicos norte-americanos.</p>
<p style="text-align: justify;">O seu trabalho, que foi conduzido nas décadas de 1970 e 1980, foi desenvolvido de forma independente mas adoptado pelos dois académicos e pela restante comunidade ciêntifica.</p>
<p style="text-align: justify;">Thomas J. Sargeant é professor da Universidade de Princeton e Christopher A. Sims pertence à Universidade de Nova Iorque. Ambos são norte-americanos.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo dos dois académicos incide sobre as relações de causa e efeito e é particularmente relevante para as ciências económicas, explicaram os membros do comité para a atribuição do prémio em Memória do Alfred Nobel.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Segundo explica o comunicado do Nobel da Economia, os dois investigadores dedicaram-se a tentar perceber como é que o PIB ou a inflação são afetados por um aumento dos juros ou uma baixa dos impostos, por exemplo. &#8220;O que é que acontece se um banco central faz uma mudança permanente nos seus objetivos do défice? Os laureados deste ano desenvolveram métodos para responder a estas e a muitas outras questões sobre estas relações de causa entre a política económica e diferentes variávais macroeconómicas como o PIB, a inflação o emprego ou os investimentos.&#8221;</h4>
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		<title>Certificados de Aforro: Portugueses resgatam 415M em Julho</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 16:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O resgate de Certificados de Aforro (CA) continuou em Julho, retirando dos cofres do Estado 415 milhões de euros, mais 55 milhões do que em Junho, mas menos 322 milhões do que o recorde histórico de certificados retirados em Abril.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><em>O resgate de Certificados de Aforro (CA) continuou em Julho, retirando dos cofres do Estado 415 milhões de euros, mais 55 milhões do que em Junho, mas menos 322 milhões do que o recorde histórico de certificados retirados em Abril.</em></h2>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" title="finanças pessoais" src="http://img.efetividade.net/img/xtra/personalfinance.jpg" alt="finanças pessoais" width="470" height="323" /></p>
<p style="text-align: justify;">As novas subscrições foram de 33 milhões de euros, próximo do mínimo de 30 milhões de euros de CA emitidos em Fevereiro, mostram os números hoje divulgados no Boletim Mensal do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP).</p>
<p style="text-align: justify;">Desde Janeiro, os portugueses já resgataram 2,9 mil milhões de euros deste instrumento de poupança gerido pelo Estado, enquanto as subscrições foram de apenas 229 milhões de euros em certificados de aforro, o que totaliza um saldo negativo de 2,6 milhões de euros.</p>
<p style="text-align: justify;">Já nos Certificados do Tesouro, outros dos instrumentos de dívida do Estado, o valor de títulos resgatados em Julho pelos portugueses ficou-se nos 51 milhões de euros, mais 23 milhões do no mês anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, quanto aos CT subscritos, houve um aumento que permitiu ao Estado arrecadar em termos líquidos 54 milhões de euros, mais dois milhões do que em Junho.</p>
<p style="text-align: justify;">No total dos primeiros sete meses do ano, as subscrições deste instrumento chegaram aos 777 milhões de euros, enquanto o valor resgatado ficou-se nos 220 milhões de euros. Isto dá ao Estado um saldo líquido de 557 milhões de euros com os CT.</p>
<p style="text-align: right;"><small>Fonte: Público</small></p>
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		<title>Jacques Delors: Moeda única e Europa estão &#8220;à beira do precipício&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 10:26:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA["Temos de abrir os olhos: o euro e a Europa estão à beira do precipício. Para que não caiam, a escolha parece-me simples: ou os estados-membros aceitam a cooperação económica reforçada que sempre defendi, ou transferem mais poderes para a União" - Jacques Delors (Antigo presidente da Comissão Europeia)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><em>&#8220;Temos de abrir os olhos: o euro e a Europa estão à beira do precipício. Para que não caiam, a escolha parece-me simples: ou os estados-membros aceitam a cooperação económica reforçada que sempre defendi, ou transferem mais poderes para a União&#8221; &#8211; Jacques Delors (Antigo presidente da Comissão Europeia)</em></h2>
<p><img class="aligncenter" title="jacques delors" src="http://i54.tinypic.com/2w73fd5.jpg" alt="jacques delors" width="545" height="375" /></p>
<p style="text-align: justify;">O antigo presidente da Comissão afirmou ainda que &#8220;desde o início da crise&#8221; que os dirigentes europeus &#8220;têm passado ao lado da realidade&#8221;, acusando os líderes das grandes potências da Zona Euro, Alemanha e França, de &#8220;formular respostas vagas e insuficientes&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Tal como estão, não servem para nada&#8221;, disse Delors sobre as propostas do Presidente francês, Nicolas Sarkozy, e da chanceler alemã, Angela Merkel, de reforma das instituições comunitárias para responder à crise da dívida.</p>
<p style="text-align: justify;">Delors, francês de 86 anos, foi presidente da Comissão entre 1985 e 1995.</p>
<p style="text-align: justify;">Na entrevista aos dois jornais francófonos, Delors defendeu a mutualização das dívidas dos estados-membros &#8220;até 60%&#8221; do respectivo Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A mutualização parcial da dívida (&#8230;) devolveria sentido à cooperação comunitária. Os estados-membros devem, simultaneamente, levantar as suas últimas objecções aos seis projectos de directivas sobre governação económica, que o Parlamento Europeu logicamente reforçou para tornar mais automáticas as sanções em caso de derrapagem orçamental&#8221;, afirmou Delors.</p>
<p style="text-align: right;"><small>Fontes: Lusa; Económico</small></p>
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		<title>TAP bate recorde de passageiros em julho</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 15:48:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A TAP ultrapassou no mês de julho, e pela primeira vez na sua história, a marca de um milhão de passageiros num mês.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="avião tap" src="http://i53.tinypic.com/szwi0i.jpg" alt="avião tap" width="500" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A TAP ultrapassou no mês de julho, e pela primeira vez na sua história, a marca de um milhão de passageiros num mês, superando os 998.634 passageiros registados em agosto de 2010, o melhor resultado alcançado até agora.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com fonte oficial da empresa, 1.025.923 passageiros viajaram na TAP no mês de julho.</p>
<p style="text-align: justify;">No acumulado dos primeiros sete meses do ano a TAP registou um crescimento de tráfego de 11,6 por cento e uma melhoria da taxa de ocupação dos seus voos de 72,6 por cento, para 76,1 por cento, disse a mesma fonte à agência Lusa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;"><small>Fonte: Visão | Lusa</small></p>
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		<title>Bolsa: Lisboa cai 4,28% na pior sessão do ano</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 19:15:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O BCP perdeu hoje mais de sete por cento, numa sessão em que o nervosismo dos mercados com a situação na zona euro levou o principal índice da bolsa lisboeta a cair 4,28 por cento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">O BCP perdeu hoje mais de sete por cento, numa sessão em que o nervosismo dos mercados com a situação na zona euro levou o principal índice da bolsa lisboeta a cair 4,28 por cento.</h2>
<p style="text-align: justify;"><strong>A queda de Lisboa só foi ultrapassada pelo principal índice da bolsa de  Atenas, que perdeu 7,86 por cento num dia em que os mercados financeiros  se mostram fortemente pessimistas quanto à resolução da crise da dívida  nos países periféricos.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="bolsa valores lisboa" src="http://1.bp.blogspot.com/-5OUBalqZ7ns/Tac2lPZXEkI/AAAAAAAATW8/-sBkkfLxQxY/s1600/bolsa+cae.jpg" alt="bolsa valores lisboa" width="500" /></p>
<p style="text-align: justify;">Também a Itália, que é uma nova fonte  de preocupações para os investidores, não escapou à derrocada: o  principal índice de Milão terminou o dia a perder 3,96 por cento.</p>
<p>A  banca foi dos sectores mais castigados em Lisboa, a começar pelo BCP,  mas também a Sonae Indústria se destacou pela negativa, com o título a  perder 6,54 por cento. Já o BES caiu 6,19 por cento.</p>
<p>Durante a sessão de hoje, a ZON foi o único título a manter-se positivo, ganhando 0,13 por cento.</p>
<p>Numa  altura em que os parceiros sociais tardam em chegar a acordo sobre um  novo plano de ajudas para a Grécia, e em que crescem os receios de que o  país não consiga cumprir as suas obrigações de pagamento da dívida,  também aumenta o medo de que a Itália e a Espanha deixem de se conseguir  financiar nos mercados.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte</strong>: Público</p>
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		<title>Renováveis foram a principal fonte de electricidade em Espanha em 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 19:13:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bons exemplos no país vizinho: as energias renováveis consolidaram-se como a primeira fonte de geração de electricidade em Espanha no ano passado, sendo responsáveis por 32,3 por cento da produção total.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><strong>Bons exemplos no país vizinho: as energias renováveis consolidaram-se como a primeira fonte de geração de electricidade em Espanha no ano passado, sendo responsáveis por 32,3 por cento da produção total.<br />
</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="parque eolico" src="http://i53.tinypic.com/2nkr5t.jpg" alt="parque eolico" width="414" height="276" /><br />
Os dados foram revelados por Fabrizio Hernández, secretário de Estado da Energia, na apresentação do Balanço Energético de 2010 e Perspetivas para 2011, organizado pelo Clube Espanhol de Energia.</p>
<p>A produção eólica e hidroelétrica representaram, em conjunto, 81,7 por cento da energia renovável gerada.</p>
<p>No sentido negativo está o aumento de 2,4 por cento na intensidade energética, a energia consumida por unidade de produto, um indicador importante para medir a competitividade espanhola.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte</strong>:  <a title="new ideias que inspiram" href="http://www.facebook.com/NEW.ideias.que.inspiram" target="_blank">NEW &#8211; IDEIAS QUE INSPIRAM</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>RTP fica 30% mais cara para os consumidores</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Mar 2011 16:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governo vai cortar as indemnizações à RTP, mas os consumidores de electricidade vão pagar mais 30% para financiar a televisão pública]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">O governo vai cortar as indemnizações à RTP, mas os consumidores de electricidade vão pagar mais 30% para financiar a televisão pública.</h2>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" title="rtp" src="http://i52.tinypic.com/347zn06.jpg" alt="rtp" width="400" height="300" /></p>
<p>A contribuição audiovisual, paga nas facturas eléctricas, vai disparar 29% para 2,25 euros, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2011. Os consumidores de electricidade vão assim pagar mais para financiar a RTP para compensar os cortes de indemnizações compensatórias para a televisão pública.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: i</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Debate Sobre a Utilidade Prática das Greves</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 15:39:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sou contra as greves. Não consigo mesmo ficar solidário porque não vejo resultados positivos. Em vez da Greve Geral, faria um Dia da Produtividade e toda a gente se esforçaria ainda mais do que nos dias normais; toda a gente tentaria dar o exemplo e melhorar algo no seu local de trabalho. Faria o Dia do Produto Português e toda a gente compraria algo produzido em Portugal para ajudar as nossas empresas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><strong>Sou contra as greves. Não consigo mesmo ficar solidário porque não vejo resultados positivos.</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter" title="greve geral" src="http://m1.tnonline.com.br/1110/foto_16875_300,250,index.jpg" alt="greve geral" width="300" height="250" /><br />
</strong></p>
<p>Em vez da Greve Geral, faria um Dia da Produtividade e toda a gente se esforçaria ainda mais do que nos dias normais; toda a gente tentaria dar o exemplo e melhorar algo no seu local de trabalho. Faria o Dia do Produto Português e toda a gente compraria algo produzido em Portugal para ajudar as nossas empresas.</p>
<p><strong>Debate no Facebook:</strong></p>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs236.ash2/49949_1651440154_7534404_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Susana Dias:</strong> ora nem mais&#8230;a solução não é parar, é produzir mais!!!</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs867.snc4/70851_1132504547_555341_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Filipa Viegas: </strong>Não passa de mais um dia que alguns querem ficar em casa e prejudicam a produtividade do país!!</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs228.ash2/49300_1396031083_971870_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Pedro Roque Dos Santos:</strong><br />
<strong>Susana</strong>:  mais.. e melhor.. com orgulho e brio profissional. Descer a avenida aos  gritos e parar os aeroportos não melhora em nada a nossa vida.<br />
<strong>Filipa</strong>: True. E amanhã volta tudo ao normal e não melhorou nada. Só se perdeu tempo e dinheiro.</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs1263.snc4/157430_100000297710794_3317545_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Raquel Batalha:</strong> A  greve é uma forma de protesto q não tem de passar necessariamente pela  não-comparência no local de trabalho. Se há empresas em riscos de  fechar, e claro q há, faltar ao trabalho e perder um dia de  produtividade é um tremendo tiro no pé. Já  para não contabilizar os prejuízos pessoais que quem por direito não  aderiu à greve, passa só para chegar ao local de trabalho.</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs429.ash2/70837_100001675454578_5768275_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Edgar Filipe Correia: </strong>Também sou absolutamente contra, ainda para mais face à situação económica e  financeira que o País atravessa. Não é com greves que se alteram  políticas ou que se mudam rumos. A greve é mais um factor para o  precipício, embora seja um direito que legitimamente assista a qualquer  cidadão.</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs862.snc4/70447_1333082868_7715741_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Joana Ribeiro: </strong>Esforçar  mais do q nos esforçamos e não ver recompensa sem ser o ordenado? nao concordo,pode nao haver resultados positivos mas fica a prova de q algo  nao esta bem e requer mudança.</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs867.snc4/70851_1132504547_555341_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Filipa Viegas:</strong> A greve é um mecanismo legal que neste panorama actual em nada vai mudar  as nossas vidas para melhor e se andamos todos a apertar o cinto e a  queixar o desemprego é porque a situação para além de não estar bem,  ainda acabamos por piorar&#8230; Temos direito à greve mas até que ponto também não está a penalizar quem quer  trabalhar, ontem ás 23h não haviam comboios cp para Sintra as pessoas  que saiam dos trabalhos tiveram de arranjar alternativas e resultou me o  quê? As pessoas tiveram o transtorno de estar ali ao frio à espera de familiares para as virem levar&#8230; O aviso da paragem total do metro é o  maior boicote que podiam fazer e só avisam dois dias antes que vai ser  total epah&#8230; é o que temos&#8230;</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs621.ash2/157260_100000610177357_4441490_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Maria José Lobo: </strong>Pois  para fazer o melhor e dar o exemplo..eu indicaria isso aos nossos  governantes, Politicos&#8230;..eu já dou o melhor e cada vez estou pior .,  cada vez menos EUROS ao fim do mês&#8230;!!! alguém tem que mudar sim..MAS  NÃO SOU EU !!</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs842.snc4/70446_100000542511263_8381433_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>João Teixeira Duarte: </strong>Passei grande parte da minha manhã a tentar explicar a uma amiga minha que por  muito solidário que esteja com a oposição a estas medidas de  austeridade aplicadas nos campos errados, não concebo o nexo de abdicar de um dia de salário para &#8220;ser  solidário com a posição, sofrimento e revolta dos outros&#8221; sem que isso  produza resultados concretos &#8211; mais concretos que uma constatação por  parte do governo da tomada de posição ostentada por uma paragem a nível  nacional. Não há melhor alternativa &#8211; pois não. Mas entramos num sofismo  de textbook se acharmos que esta é a melhor maneira. Organização de  iniciativas autónomas, apresentação de propostas, levantamento de  alternativas, qualquer coisa&#8230; Menos acharmos que demos grande passo ao  estagnar o nosso funcionamento individual e levantarmos obstáculos ao  dos outros por 24 horas.</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs621.ash2/157260_100000610177357_4441490_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Maria José Lobo</strong> Quem fala assim não deve sentir.se muito afectacto com as medidas de austeridade&#8230; LOL</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs228.ash2/49300_1396031083_971870_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Pedro Roque Dos Santos: </strong>Todos nos sentimos afectados pelas medidas de austeridade de uma forma ou de outra, e todos gostaríamos de viver em abundância.A questão é que como país, temos vivido muito acima das nossas possibilidades. O nosso consumo não traduz a nossa produtividade e isso resulta em endividamento.</p>
<p>A  solução não é mudar os políticos, nem sequer culpá-los por tudo o que  acontece de mau. Cada um de nós tem a responsabilidade de encarnar a  mudança que quer ver na sociedade. Temos de ser mais responsáveis, mais  produtivos.. e possivelmente mais austeros.</p>
<p>Como o Ghandi disse: &#8220;qualquer coisa que faças na vida é insignificante, mas é muito importante que o faças.&#8221;</p>
</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs621.ash2/157260_100000610177357_4441490_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Maria José Lobo: </strong>apesar  das dificuldades, todos os dias faço um esforço enorme para sair de  casa e  contribuir para a produtividade do país&#8230;.mas resultados???&#8230; Alguém estraga tudo&#8230;sinto que uns se esforçam tudo  para que outros colham os frutos!! como diz a Mafaldinha BASTA!!    porque não culpar os nosso governantes, se eles gerem o nosso sacrificio  em prol do seu bem estar&#8230;e de outros mais&#8230;.!!</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs861.snc4/70370_703754130_6195786_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Armanda Barbosa: </strong>Sabes  o que é que me chateia ainda mais do que a greve? É ver as pessoas  queixarem-se do baixo ordenado que recebem mas nem sequer produzirem o  suficiente para o receber. Chateia-me que as pessoas façam o minimo dos  minimos no trabalho, seja  para fazer horas extras seja porque preferem os cafezinhos, as  conversas, os emails com os amigos, chateia-me que uma pessoa acabe o  seu dito serviço e fique a olhar p o tecto em vez de agarrar e fazer o  trabalho do colega ou outra coisa qualquer que exista para fazer. As  pessoas não produzem metade do que deviam produzir mas dps acham-se no  direito de reclamar de tudo. (e é obvio que felizmente existem  excepções.)</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs621.ash2/157260_100000610177357_4441490_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Maria José Lobo:</strong> E sabem o k me chateia mais..é ver pessoas a receber ordenado sem sequer  quererem trabalhar..isso sim</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs861.snc4/70370_703754130_6195786_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Armanda Barbosa:</strong> Isso também, ou ver certas pessoas levantar &#8220;rendimentos&#8221; maiores do que os ordenados de quem trabalha e ve-los passear d bmw.</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs228.ash2/49300_1396031083_971870_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Pedro Roque Dos Santos: </strong>Esse  é um assunto diferente do que estou a discutir neste tópico (a utilidade das greves), embora também seja sem dúvida importante. O  rendimento mínimo garantido, ou rendimento de subsistência é um pau de  dois bicos.Por um lado, é responsabilidade  do Estado (no nosso modelo) garantir a sobrevivênvia e as condições  mínimas de vida das pessoas, o que por um lado protege os cidadãos mas  por outro cria um problema de &#8220;parasitismo&#8221; no sistema.</p>
<p>A minha  sugestão era: não dar rendimento mínimo a troco de nada. Para receber o  rendimento mínimo, a pessoa teria de assumir uma função de utilidade  social.. como ajudar em lares de idosos ou nos hospitais ou mesmo na  manutenção de equipamentos publicos. Nem que fosse a pintar muros ou  &#8220;cavar e tapar buracos&#8221;.. de qualquer forma, não seria um parasita.</p>
</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;">
<p><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs621.ash2/157260_100000610177357_4441490_q.jpg" alt="" /><strong>Maria José Lobo:</strong> Pedro!! Finalmente falamos a mesma &#8220;lingua&#8221;&#8230;concordo em absoluto com tudo acima escrito <img src='http://pedro-roque.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> )</p>
</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs861.snc4/70370_703754130_6195786_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Armanda Barbosa: </strong>ja que falamos de parasitas acrescento que uns quantos presos a alcatroar  estradas, a limpar florestas e a pintar muros devia ser algo a por em  pratica, ja que tem &#8220;casa&#8221;, comida e roupa lavada a custo zero,  trabalhavam p pagar a estadia.</div>
<div style="padding-top: 33px; text-align: justify;"><img src="http://profile.ak.fbcdn.net/hprofile-ak-snc4/hs175.ash2/41702_1402849508_3271175_q.jpg" alt="" /><br />
<strong>Priscila de Lara: </strong>Concordo  plenamente&#8230; até porque do jeito que estamos em crise.. fazer greve..  ainda se arriscam não a ter cortes.. e sim a aumentar o  desemprego&#8230;Devemos dar valor ao trabalho que temos.. e arranjar uma  outra maneira de chamar atenção para  os problemas actuais.. parando o país não é solução&#8230;assim além de não  produzir e estimular a economia do país.. estão apenas a &#8220;ganhar uma  folga&#8221; porque grande parte aproveita essa greve para folga e não para  manifestar-se contra o que é defendido&#8230; Estipulem outras soluções,  alternativas de chamar atenção para o problema actual&#8230; Sabemos que por  lei têm direito à greve.. mas exerçam como foi estipulada.. com os  serviços mínimos.. e hoje nem isso viu-se&#8230; Enfim.. a realidade de um  país em crise.. com um povo sem voz&#8230;<a>See More</a></div>
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