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	<title>Pedro Roque &#187; mar</title>
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		<title>Pavilhão Atlântico vai ser Privatizado</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 09:47:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo decidiu colocar um ponto final na existência da empresa que gere, actualmente, o Parque das Nações, a Parque Expo, por entender que se trata de «um mau exemplo que não pode continuar». Na sequência desta decisão, o Pavilhão Atlântico será privatizado e só o Oceanário, por ser auto-sustentável, continuará na esfera pública.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" title="pavilhão atlântico" src="http://i52.tinypic.com/2j5e87k.jpg" alt="pavilhão atlântico" width="520" height="287" /><strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Governo decidiu colocar um ponto final na existência da empresa que gere, actualmente, o Parque das Nações, a Parque Expo, por entender que se trata de «um mau exemplo que não pode continuar». Na sequência desta decisão, o Pavilhão Atlântico será privatizado e só o Oceanário, por ser auto-sustentável, continuará na esfera pública.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a edição desta sexta-feira do semanário Sol, a decisão de encerramento da Parque Expo foi já tomada pela ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, Assunção Cristas, a qual defendeu, em declarações ao jornal, que «a Parque Expo é um mau exemplo que não pode continuar.».</p>
<p style="text-align: justify;">Para a ministra, trata-se de «uma empresa criada para determinado fim e foi acumulando competências para autojustificar a sua manutenção», pelo que chegou a hora de fechar portas.</p>
<p style="text-align: justify;">Criada em 1993 e integrada no sector empresarial do Estado, a Parque Expo nasceu com a missão de construir, explorar e desmantelar a Expo’ 98 e de concretizar a reconversão urbanística da zona envolvente, hoje em dia a zona de Lisboa conhecida como Parque das Nações.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, com o passar dos anos, a empresa tem vindo a assumir novas competências, nomeadamente, apresentando-se como prestadora de serviços na área urbana e ambiental, tendo-se, inclusivamente, transformado numa holding.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, através de várias subsidiárias, é responsável por espaços como, por exemplo, o Oceanário de Lisboa, a Marina do Parque das Nações, a sala de espectáculos Pavilhão Atlântico ou a Gare do Oriente.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Diário Digital</p>
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		<title>Video: As Melhores Paisagens de Porto Santo</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 17:28:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que saudades da Ilha Dourada, um dos meus sítios favoritos de Portugal. Parabéns por este video espectacular Pedroreporter1 .]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Que saudades da Ilha Dourada, um dos meus sítios favoritos de Portugal. Parabéns por este video espectacular <strong><a id="watch-username" href="http://www.youtube.com/user/Pedroreporter1"><strong>Pedroreporter1</strong></a> (Pedro Menezes).</strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><br /><img src="http://i.ytimg.com/vi/mUUDSJtpVpI/0.jpg" alt="media" /><br />
</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" title="porto santo" src="http://sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc3/hs116.snc3/16357_1276728923758_1396031083_756115_4767394_n.jpg" alt="porto santo" width="486" height="299" /></p>
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		<title>Cronologia dos Principais Temporais na Madeira</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 22:48:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A tempestade que causou hoje, sábado, pelo menos 32 mortos na ilha da Madeira é apenas mais uma capítulo de uma série de inundações e enxurradas que ocorreram nos últimos anos. Segundo dados do blogue "Madeira, gentes e lugares", que faz uma cronologia dos desastres naturais no arquipélago, há relatos de enxurradas desde 1611, mas os mais recentes e que ainda estão na memória dos madeirenses foram os de 29 de Outubro de 1993 e 06 de Março de 2001.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">É uma tragédia o que se está a passar na Madeira devido ao mau tempo. Pelo menos 32 pessoas já perderam a vida mas há localidades isoladas pelo que este número ainda pode aumentar.</h2>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="padding: 4px;" title="mau tempo madeira" src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2010/02/20/100220175454_madeira226.jpg" alt="" width="226" height="170" />A tempestade que causou hoje, sábado, pelo menos 32 mortos na ilha da Madeira é apenas mais uma capítulo de uma série de inundações e enxurradas que ocorreram nos últimos anos. Segundo dados do blogue &#8220;Madeira, gentes e lugares&#8221;, que faz uma cronologia dos desastres naturais no arquipélago, há relatos de enxurradas desde 1611, mas os mais recentes e que ainda estão na memória dos madeirenses foram os de 29 de Outubro de 1993 e 06 de Março de 2001.</p>
<p style="text-align: justify;">2009 &#8211; 22 Dezembro: No concelho de S.Vicente, na zona norte da Madeira, a ribeira inundou vários acessos na localidade e a queda de uma árvore danificou duas viaturas, sem provocar danos pessoais Também na freguesia da Madalena do Mar, no concelho da Ponta do Sol, a ribeira transbordou devido à forte chuva, deixando a população da localidade apreensiva, mas a situação neste momento mais calma.</p>
<p style="text-align: justify;">O Curral das Freiras, no concelho de Câmara de Lobos ficou isolado devido a uma derrocada,</p>
<p style="text-align: justify;">2008 &#8211; 07, 08 e 09 de Abril. Um grande temporal assolou o Arquipélago da Madeira. A precipitação, caiu em abundância nos concelhos da Ribeira Brava, São Vicente, Câmara de Lobos, Funchal e Santa Cruz.</p>
<p style="text-align: justify;">2007 &#8211; Nos dias 18, 19 e 20 de Novembro, as fortes chuvas que se fizeram sentir com grande intensidade nestes dias na Madeira, provocaram várias derrocadas na Estrada Regional, entre a Encumeada e o Paul da Serra (ER 228), sendo esta encerrada a todo o trânsito. Os ventos fortes derrubaram várias árvores, tendo uma delas destruído cabos de alta tensão no sítio do Curral dos Romeiros.</p>
<p style="text-align: justify;">No Funchal houve várias inundações com &#8220;arrastamento de lama&#8221; que danificaram algumas viaturas na zona oeste da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A 22 de Novembro uma derrocada ocorreu na zona do Parque Empresarial da Zona Oeste (PEZO), junto à Ribeira Socorridos, provocando dois mortos e um ferido ligeiro, e soterrando várias viaturas num parque de estacionamento de uma empresa de construção civil.</p>
<p style="text-align: justify;">2003 &#8211; 24 de Outubro. Devido ao mau tempo que se fez sentir no dia 23, uma derrocada arrastou para o Mar, uma viatura ligeira com dois passageiros na estrada junto ao Véu da Noiva, no Seixal.</p>
<p style="text-align: justify;">2001 &#8211; 6 de Março. Um forte temporal abateu-se sobre S. Vicente e o Curral das Freiras. A história repetiu-se 72 anos depois no vale de S. Vicente. Nesta localidade do norte da ilha da Madeira ocorreram enxurradas no sítio do Loural &#8211; Rosário, que ao atingir a Via Expresso Funchal &#8211; S. Vicente, empurrou automóveis para a ribeira provocando 2 mortos e 2 desaparecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">No Curral das Freiras uma outra enxurrada soterrou e arrasou várias habitações no sítio das Balseiras onde ficaram desalojadas cerca de 50 pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Simultaneamente, ocorreram movimentos de vertente em vários sítios em S. Vicente e no sítio do Pico do Furão, Curral das Freiras. Nesta localidade os habitantes foram evacuados por razões de segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">1993 &#8211; 29 de Outubro. Um aluvião, considerada uma das mais violentas que atingiu a Madeira afectou a cidade do Funchal em particular, que ficou irreconhecível. O temporal fez oito mortos e cerca de 400 desalojados além de elevados prejuízos em infraestruturas públicas e instalações do sector privado. O total de prejuízos ascendeu a quase seis milhões e meio de contos.</p>
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		<title>Energias Renováveis &#8211; Energia das Ondas</title>
		<link>http://pedro-roque.com/2008/10/economia/energias-renovaveis-energia-das-ondas/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 15:27:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que é a energia das ondas e como se obtém?

O aproveitamento da força das ondas é uma das possibilidades oferecidas pelo mar para a obtenção de energia eléctrica. A tecnologia para se conseguir obter essa energia renovável encontra-se, contudo, ainda em fase de desenvolvimento, pelo que se torna necessário prosseguir o trabalho neste campo.
Essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="tipo2" style="text-align: center;">O que é a energia das ondas e como se obtém?</h3>
<p style="text-align: center;"><img id="Imagen_26_1196072947273" class="img_Sin" src="http://www.edprenovaveis.com/recursos/img/I_D/Tecnologia_Olas/15807_261126112007112813.jpg" alt="" width="550" /></p>
<p style="text-align: justify;">O aproveitamento da força das ondas é uma das possibilidades oferecidas pelo mar para a obtenção de energia eléctrica. A tecnologia para se conseguir obter essa energia renovável encontra-se, contudo, ainda em fase de desenvolvimento, pelo que se torna necessário prosseguir o trabalho neste campo.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa energia originada pela força das ondas pode ser aproveitada através da utilização de vários mecanismos, nomeadamente:</p>
<ul>
<li>
<h4 class="tipo2">Coluna de Agua Oscilante, em molhe</h4>
</li>
<li>
<h4 class="tipo2">Bóias</h4>
</li>
</ul>
<p><span id="more-13"></span></p>
<h4 class="tipo2">Coluna de Agua Oscilante, em molhe</h4>
<p style="text-align: justify;">Pela instalação de uma construção na costa que permita o aproveitamento da força gerada pelas ondas. O mecanismo é composto por uma parede frontal com uma abertura para permitir a entrada da água, um compartimento de ar e uma turbina. Graças a esta estrutura, as ondas entram no compartimento e impulsionam o ar que faz movimentar a turbina. Por sua vez, esta irá accionar um gerador eléctrico. Completado o processo, a água sai do compartimento e este volta a encher-se de ar.</p>
<h4 class="tipo2" style="text-align: justify;">Bóias</h4>
<p style="text-align: justify;">Pelo aproveitamento da oscilação vertical das ondas, por meio da utilização de bóias, que através de um sistema mecânico ou de diferenças de pressão sobre um circuito hidráulico, impulsionam um gerador que produz electricidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: center;">Aprofundar o conhecimento</h2>
<p style="text-align: justify;">As ondas originadas pelo vento contêm uma grande quantidade de energia. A potência numa onda é proporcional ao quadrado da amplitude e ao período da onda., execendo normalmente os 50 kW/m de onda.</p>
<p>A maior ocorrência de está situada ente as latitudes de 30º e 60º em ambos hemisférios. Na Europa os locais com maior potência de ondas situa-se na Irlanda e na Escócia  (cerca de 75 kW/m).</p>
<p>Apesar de todo este potência a energia das ondas tem tido um menor desenvolvimento que as outras energia renováveis devido as seguintes razões:</p>
<p>Por se tratar de um fenómeno sinuosidade, com irregularidade na amplitude fase e na direcção, dificultando a implementação dos mecanismos para melhor aproveitamento</p>
<p>Os mecanismos de aproveitamento estarem expostos a condições ambientas agrestes, em que por vezes podem superar 100 vezes os esforços médios (furacões).</p>
<p>A necessidade de construção dos modelos a escalas perto do real, o que origina grandes custos e necessidade de investimentos muito avultados.</p>
<p>Devido a ser uma área tecnologia ainda em fase de desenvolvimento os custos da energia produzida ainda estão muito longe de ser competitivos com a energia da rede eléctrica, não sendo ainda possível estabelecer um valor certo para o KWh produzido pela energia das Ondas</p>
<p><strong>Tecnologia</strong></p>
<p>Sendo uma área tecnológica em desenvolvimento e investigação existem uma diversidade de sistemas actualmente a serem testados. No entanto podem ser apresentados quanto a localização nas zonas costeiras, i.e., na costa (Shoreline), perto da costa (Nearshore) e fora da costa (Offshore)</p>
<p>Os sistemas na costa estão normalmente localizados em águas pouco profundas (8-20 m), apoiados directamente na costa, ou próximos dela (possivelmente associados a obras de proteção costeira ou molhes portuários). São por vezes considerados de primeira geração, por serem praticamente os únicos que atingiram a fase de protótipo. O sistema de coluna de água oscilante (OWC) é o tipo mais bem sucedido. A tecnologia envolvida é relativamente convencional. A peça de equipamento mais específica é uma turbina de ar que acciona um gerador eléctrico. A central da ilha do Pico (400 KW) (European Pilot Plant) é deste tipo, tal como a igualmente a recente central da ilha de Islay-Escócia (75 kW) (LIMPET).</p>
<p>Sistemas perto da costa estão localizados em águas perto dos 20 m,. Está planeado um protótipo com base no leito submarino desenvolvido por uma empresa inglesa o OSPREY, que terá uma potência de 2 MW.</p>
<p>Sistemas em águas profundas (offshore): Situados normalmente em profundidades de 25-50 m, por vezes designados de segunda geração. Têm sido estudados dispositivos muito variados, sem que pareça ter surgido um tipo que domine os restantes como o mais vantajoso e promissor. Em geral o órgão principal é um corpo oscilante flutuante ou, mais raramente, totalmente submerso. O sistema de extracção de energia pode ainda utilizar a turbina de ar, ou equipamentos mais sofisticados (sistemas óleo-hidráulicos, motores eléctricos lineares, etc.). O sistema AWS ( 2MW) (Archimedes Wave Swing), com tecnologia essencialmente holandesa, é um dos raros que atingiram a fase de construção de protótipo. Outro exemplo é o PELAMISem fase avançada é o Pelamis (375 KW), sistema semi-submerso com uma estrutura composta de secções cilíndricas flutuantes com juntas onde se faz o aproveitamento da energia produzida pela oscilação dos cilindros ao passar as ondas. Existem outros sistemas ainda em fase de estudo como o McCabe Wave Pump, o Floting Wave Power Vessel, o Wave Dragon, o Salter Duck, entre outros.</p>
<p><strong>Conclusões</strong></p>
<p>Esta quantidade de diferente tipos de sistemas em estudo põe em evidência o estado actual dos sistemas de aproveitamento deste tipo de energia, onde ainda se está a estudar qual ou quais serão os sistemas mais eficientes e fiáveis para a produção de energia eléctrica pela conversão da energia das ondas</p>
<p>Uma boa eficiência de extracção de energia está associada condições de ressonância com as ondas, o que tem implicações sobre as dimensões máximas dos sistemas. Daqui resulta na prática que os sistemas (tal como na energia eólica) deverão ser modulares, com potências por unidade que não excedendo alguns megawatts, o que aponta para o fabrico em série.</p>
<p>Qualquer que seja a tecnologia utilizada, a variabilidade da potência produzida está dependente da variabilidade do próprio recurso energético (sazonal, e com o estado de mar), à semelhança do que sucede com a energia eólica. As flutuações associadas à escala de tempo do período da onda (cerca de 10 segundos) podem ser mais ou menos bem filtradas, conforme o sistema e a sua capacidade de armazenamento de energia (por exemplo num volante de inércia).</p>
<p>O impacto ambiental é variável conforme o tipo de sistema e, especialmente, a sua localização. Para os sistemas na costa o impacto é essencialmente visual. O principal impacto dos sistemas offshore está associado a interferências com a navegação e pesca. Nas explorações offshore em grande escala, é de prever alteração (embora provavelmente não muito significativa) do regime de agitação marítima que atinge a costa, com a consequente modificação do transporte de sedimentos. O impacto na vida marinha é provavelmente pouco significativo. Os sistemas de coluna de água oscilante, e outros utilizando turbina de ar, produzem ruído, que no entanto pode ser atenuado (se necessário) recorrendo a técnicas convencionais. Dum modo geral, a utilização da energia das ondas é uma tecnologia relativamente benigna do ponto de vista ambiental.</p>
<p>Apesar destas dificuldades a energia das ondas prova ser uma das fontes de energia renovável a ter em conta num futuro próximo.</p>
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