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	<title>Pedro Roque &#187; natureza</title>
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		<title>Apple é a Empresa Tecnológica Mais Poluidora</title>
		<link>http://pedro-roque.com/2011/04/sociedade/apple-e-a-empresa-tecnologica-mais-poluidora/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 21:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nem tudo é bonito na companhia da Maçã. A Greenpeace elaborou um ranking das empresas tecnológicas em relação à poluição gerada pelos seus data centers e a Apple ficou em último. A combustão de carvão representa 54.5% da produção energética dos armazéns de dados da Apple. Por outro lado, Yahoo, Google e Amazon ficaram no topo da tabela, como as empresas menos poluentes. Parabéns :)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Apple é a empresa de tecnologia que mais polui e logo a seguir vem o Facebook.</h2>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nem tudo é bonito na companhia da Maçã. A Greenpeace elaborou um ranking das empresas tecnológicas em relação à poluição gerada pelos seus data centers e a Apple ficou em último. A combustão de carvão representa 54.5% da produção energética dos armazéns de dados da Apple. Por outro lado, Yahoo, Google e Amazon ficaram no topo da tabela, como as empresas menos poluentes. Parabéns <img src='http://pedro-roque.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="alignnone" title="poluição" src="http://2.bp.blogspot.com/_seXpqen0aQo/SOwgtP7bBxI/AAAAAAAACCk/i7eFecsaI8Q/s400/poluicaoatmosferica01.jpg" alt="poluição" width="450" /><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Apple é a empresa do ramo da tecnologia mais poluente, segundo relatório do Greenpeace. A emissão de carbono pela companhia é elevada, cerca de 54,5% da energia é proveniente da combustão de carvão. Estão atrás o Facebook, com 53,2%, e IBM, com 51,6%. Yahoo, Google e Amazon destacam-se pelo uso de energias limpas.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Greenpeace, há falta de transparência das empresas com seus dados de consumo. Mesmo que o relatório indique o Google e Amazon como empresas que utilizam fontes mais limpas, ele destaca a falta de dados públicos sobre o tema. O aumento da adoção da computação em nuvem fará com que as empresas aumentem a capacidade dos seus centros de dados para armazenar mais informação e isso eleva o consumo energético.</p>
<p style="text-align: justify;">Estimativas indicam que o novo centro de 1 bilião de dolares da Apple na Carolina do Norte consumirá o equivalente a 80 mil lares americanos. O Greenpeace demonstra preocupação com a região da Carolina do Norte, onde há grandes centros de dados do Google, como a Apple e Facebook. No local, incentivos fiscais e energia barata prometidos pelo governo local são o chamariz. Além disso, 61% da produção energética na região é obtida com o carvão e somente 4% é renovável.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Receitas da Ecopilhas revertem para o IPO</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 11:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Ecopilhas (Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores) lançou esta semana o II Peditório Nacional de Recolha de Pilhas e Baterias Portáteis usadas cujas receitas irão reverter a favor do Instituto Português de Oncologia (IPO). ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong>A Ecopilhas (Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores)  lançou esta semana o II Peditório Nacional de Recolha de Pilhas e  Baterias Portáteis usadas cujas receitas irão reverter a favor do  Instituto Português de Oncologia. </strong></h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="reciclar pilhas" src="http://1.bp.blogspot.com/_NBr2TsJxjao/Sx_auOQrhLI/AAAAAAAAABc/jf96vQ_VlYc/s320/pilha%25252002.jpg" alt="reciclar pilhas" width="250" height="261" /></p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa  decorre em até dia 31 de dezembro com o lema &#8220;Renove esta energia e  ajude o IPO&#8221; e será divulgada nas ruas, na televisão, na imprensa e na  rádio para apelar à contribuição de todos. O objetivo da iniciativa  Ecopilhas, para além de ajudar a preservar o ambiente, é oferecer um  Ortopantomografo ao IPO.</p>
<p>&#8220;Esta não é só mais uma campanha, é a  nossa vontade de contribuir para o bem comum, ajudando o IPO, com a  oferta de um aparelho de diagnóstico que irá permitir continuar a luta  contra o cancro e, ao mesmo tempo, ajudar o ambiente recolhendo Pilhas e  Baterias usadas&#8221; explicou o diretor-geral da Ecopilhas, Eurico  Cordeiro.</p>
<p>De acordo com comunicado da empresa, o  ortopantomografo &#8220;possibilita o diagnóstico de densidade de massa óssea a  doentes oncológicos, o que contribui para otimizar o seu tratamento,  uma vez que os doentes são submetidos a terapias muito evasivas como é o  caso da quimioterapia e da radioterapia&#8221;</p>
<p>Durante a iniciativa de  rua serão distribuídos Mini Pilhões em edifícios de habitação e de  empresas nas zonas da Grande Lisboa e do Grande Porto. A associação ao  Millennium BCP também irá colocá-los nas diversas sucursais da empresa  de norte a sul do país.</p>
<p>&#8220;Apelamos ao público em geral que se  associe à Ecopilhas colocando as suas pilhas e baterias usadas nos  Pilhões&#8221;, salienta o mesmo responsável.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Reino Unido Reconhece Oficialmente a Religião dos Druidas</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Oct 2010 09:41:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Comissão de Organizações de Beneficiência sublinhou que o culto dos espíritos do mundo natural é uma actividade religiosa comparável ao cristianismo e o islão e recordou que o druidismo é uma das mais antigas práticas espirituais do Reino Unido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">O anúncio foi feito pela Comissão de Organizações de Beneficiência que  passará a incluir esta prática espiritual originária nas sociedades  celtas de toda a Europa na sua lista de cultos de “fé genuína” do país.</h2>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" title="Druidas em Stonehenge" src="http://www.martinfrost.ws/htmlfiles/april2008/druids_stonehenge.jpg" alt="Druidas em Stonehenge" width="511" height="317" /></p>
<p style="text-align: justify;">Entre  outras coisas, este reconhecimento trás com ele importantes deduções  fiscais à Druid Network (Rede de Druídas), que passa a ter o estatuto de  organização de beneficiência. Isto porque a promoção do druidismo como  religião passa a ser considerada uma actividade de interesse público.</p>
<p style="text-align: justify;">A  comissão sublinhou que o culto dos espíritos do mundo natural é uma  actividade religiosa comparável ao cristianismo e o islão e recordou que  o druidismo é uma das mais antigas práticas espirituais do Reino Unido.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo  números oficiais, citados ontem pelas agências, o druidismo no Reino  Unido está no seu melhor momento dos últimos dois mil anos. Uma  popularidade que se justifica pela diminuição de influência das  religiões tradicionais e um crescente aumento das preocupações  ambientais por parte dos britânicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os seguidores deste culto  pagão prestam homenagem ao espírito que vive na terra e às forças da  natureza. Acreditam nos espíritos que habitam nas montanhas, rios e  mares e os seus rituais centram-se essencialmente na mudança das  estações, como representação divina da natureza.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Energias Renováveis &#8211; Energia das Ondas</title>
		<link>http://pedro-roque.com/2008/10/economia/energias-renovaveis-energia-das-ondas/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 15:27:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que é a energia das ondas e como se obtém?

O aproveitamento da força das ondas é uma das possibilidades oferecidas pelo mar para a obtenção de energia eléctrica. A tecnologia para se conseguir obter essa energia renovável encontra-se, contudo, ainda em fase de desenvolvimento, pelo que se torna necessário prosseguir o trabalho neste campo.
Essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="tipo2" style="text-align: center;">O que é a energia das ondas e como se obtém?</h3>
<p style="text-align: center;"><img id="Imagen_26_1196072947273" class="img_Sin" src="http://www.edprenovaveis.com/recursos/img/I_D/Tecnologia_Olas/15807_261126112007112813.jpg" alt="" width="550" /></p>
<p style="text-align: justify;">O aproveitamento da força das ondas é uma das possibilidades oferecidas pelo mar para a obtenção de energia eléctrica. A tecnologia para se conseguir obter essa energia renovável encontra-se, contudo, ainda em fase de desenvolvimento, pelo que se torna necessário prosseguir o trabalho neste campo.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa energia originada pela força das ondas pode ser aproveitada através da utilização de vários mecanismos, nomeadamente:</p>
<ul>
<li>
<h4 class="tipo2">Coluna de Agua Oscilante, em molhe</h4>
</li>
<li>
<h4 class="tipo2">Bóias</h4>
</li>
</ul>
<p><span id="more-13"></span></p>
<h4 class="tipo2">Coluna de Agua Oscilante, em molhe</h4>
<p style="text-align: justify;">Pela instalação de uma construção na costa que permita o aproveitamento da força gerada pelas ondas. O mecanismo é composto por uma parede frontal com uma abertura para permitir a entrada da água, um compartimento de ar e uma turbina. Graças a esta estrutura, as ondas entram no compartimento e impulsionam o ar que faz movimentar a turbina. Por sua vez, esta irá accionar um gerador eléctrico. Completado o processo, a água sai do compartimento e este volta a encher-se de ar.</p>
<h4 class="tipo2" style="text-align: justify;">Bóias</h4>
<p style="text-align: justify;">Pelo aproveitamento da oscilação vertical das ondas, por meio da utilização de bóias, que através de um sistema mecânico ou de diferenças de pressão sobre um circuito hidráulico, impulsionam um gerador que produz electricidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: center;">Aprofundar o conhecimento</h2>
<p style="text-align: justify;">As ondas originadas pelo vento contêm uma grande quantidade de energia. A potência numa onda é proporcional ao quadrado da amplitude e ao período da onda., execendo normalmente os 50 kW/m de onda.</p>
<p>A maior ocorrência de está situada ente as latitudes de 30º e 60º em ambos hemisférios. Na Europa os locais com maior potência de ondas situa-se na Irlanda e na Escócia  (cerca de 75 kW/m).</p>
<p>Apesar de todo este potência a energia das ondas tem tido um menor desenvolvimento que as outras energia renováveis devido as seguintes razões:</p>
<p>Por se tratar de um fenómeno sinuosidade, com irregularidade na amplitude fase e na direcção, dificultando a implementação dos mecanismos para melhor aproveitamento</p>
<p>Os mecanismos de aproveitamento estarem expostos a condições ambientas agrestes, em que por vezes podem superar 100 vezes os esforços médios (furacões).</p>
<p>A necessidade de construção dos modelos a escalas perto do real, o que origina grandes custos e necessidade de investimentos muito avultados.</p>
<p>Devido a ser uma área tecnologia ainda em fase de desenvolvimento os custos da energia produzida ainda estão muito longe de ser competitivos com a energia da rede eléctrica, não sendo ainda possível estabelecer um valor certo para o KWh produzido pela energia das Ondas</p>
<p><strong>Tecnologia</strong></p>
<p>Sendo uma área tecnológica em desenvolvimento e investigação existem uma diversidade de sistemas actualmente a serem testados. No entanto podem ser apresentados quanto a localização nas zonas costeiras, i.e., na costa (Shoreline), perto da costa (Nearshore) e fora da costa (Offshore)</p>
<p>Os sistemas na costa estão normalmente localizados em águas pouco profundas (8-20 m), apoiados directamente na costa, ou próximos dela (possivelmente associados a obras de proteção costeira ou molhes portuários). São por vezes considerados de primeira geração, por serem praticamente os únicos que atingiram a fase de protótipo. O sistema de coluna de água oscilante (OWC) é o tipo mais bem sucedido. A tecnologia envolvida é relativamente convencional. A peça de equipamento mais específica é uma turbina de ar que acciona um gerador eléctrico. A central da ilha do Pico (400 KW) (European Pilot Plant) é deste tipo, tal como a igualmente a recente central da ilha de Islay-Escócia (75 kW) (LIMPET).</p>
<p>Sistemas perto da costa estão localizados em águas perto dos 20 m,. Está planeado um protótipo com base no leito submarino desenvolvido por uma empresa inglesa o OSPREY, que terá uma potência de 2 MW.</p>
<p>Sistemas em águas profundas (offshore): Situados normalmente em profundidades de 25-50 m, por vezes designados de segunda geração. Têm sido estudados dispositivos muito variados, sem que pareça ter surgido um tipo que domine os restantes como o mais vantajoso e promissor. Em geral o órgão principal é um corpo oscilante flutuante ou, mais raramente, totalmente submerso. O sistema de extracção de energia pode ainda utilizar a turbina de ar, ou equipamentos mais sofisticados (sistemas óleo-hidráulicos, motores eléctricos lineares, etc.). O sistema AWS ( 2MW) (Archimedes Wave Swing), com tecnologia essencialmente holandesa, é um dos raros que atingiram a fase de construção de protótipo. Outro exemplo é o PELAMISem fase avançada é o Pelamis (375 KW), sistema semi-submerso com uma estrutura composta de secções cilíndricas flutuantes com juntas onde se faz o aproveitamento da energia produzida pela oscilação dos cilindros ao passar as ondas. Existem outros sistemas ainda em fase de estudo como o McCabe Wave Pump, o Floting Wave Power Vessel, o Wave Dragon, o Salter Duck, entre outros.</p>
<p><strong>Conclusões</strong></p>
<p>Esta quantidade de diferente tipos de sistemas em estudo põe em evidência o estado actual dos sistemas de aproveitamento deste tipo de energia, onde ainda se está a estudar qual ou quais serão os sistemas mais eficientes e fiáveis para a produção de energia eléctrica pela conversão da energia das ondas</p>
<p>Uma boa eficiência de extracção de energia está associada condições de ressonância com as ondas, o que tem implicações sobre as dimensões máximas dos sistemas. Daqui resulta na prática que os sistemas (tal como na energia eólica) deverão ser modulares, com potências por unidade que não excedendo alguns megawatts, o que aponta para o fabrico em série.</p>
<p>Qualquer que seja a tecnologia utilizada, a variabilidade da potência produzida está dependente da variabilidade do próprio recurso energético (sazonal, e com o estado de mar), à semelhança do que sucede com a energia eólica. As flutuações associadas à escala de tempo do período da onda (cerca de 10 segundos) podem ser mais ou menos bem filtradas, conforme o sistema e a sua capacidade de armazenamento de energia (por exemplo num volante de inércia).</p>
<p>O impacto ambiental é variável conforme o tipo de sistema e, especialmente, a sua localização. Para os sistemas na costa o impacto é essencialmente visual. O principal impacto dos sistemas offshore está associado a interferências com a navegação e pesca. Nas explorações offshore em grande escala, é de prever alteração (embora provavelmente não muito significativa) do regime de agitação marítima que atinge a costa, com a consequente modificação do transporte de sedimentos. O impacto na vida marinha é provavelmente pouco significativo. Os sistemas de coluna de água oscilante, e outros utilizando turbina de ar, produzem ruído, que no entanto pode ser atenuado (se necessário) recorrendo a técnicas convencionais. Dum modo geral, a utilização da energia das ondas é uma tecnologia relativamente benigna do ponto de vista ambiental.</p>
<p>Apesar destas dificuldades a energia das ondas prova ser uma das fontes de energia renovável a ter em conta num futuro próximo.</p>
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