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	<title>Pedro Roque &#187; sócrates</title>
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		<title>Austeridade: O que vai mudar já em 2011?</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 09:25:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os funcionários públicos vão ter de apertar ainda mais o cinto. Menos salário, menos apoio na saúde e no abono de família. Pensões congeladas face a 2010. Estes serão apenas alguns dos sacrifícios a fazer.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Os funcionários públicos vão ter de apertar ainda mais o cinto. Menos salário, menos apoio na saúde e no abono de família. Pensões congeladas face a 2010. Estes serão apenas alguns dos sacrifícios a fazer.</h2>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="apertar o cinto" src="http://bp2.blogger.com/_7hqnJGSCgI8/RZfiiRS4SAI/AAAAAAAAACw/v7qhgycmvW4/s320/brunotav001zepovxl.gif" alt="apertar o cinto" width="320" height="251" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Os funcionários públicos vão receber menos em 2011?</strong><br />
Sim, mas só aqueles que ganham mais de 1.500 euros brutos por mês. O Governo anunciou na semana passada um corte de 5% na massa salarial, afectando 450 mil funcionários: cerca de 350 mil trabalhadores em funções públicas e 100 mil do sector público empresarial. Os cortes salariais serão progressivos &#8211; os cortes serão maiores para quem ganha mais &#8211; e vão variar entre 3,5% e 10%. O corte abrange os salários dos órgãos de soberania e da Administração Pública, incluindo institutos públicos, entidades reguladoras e empresas públicas. A redução incidirá sobre o total de salários e todas as remunerações acessórias, como por exemplo, suplementos. A medida, caso seja aprovada, irá aplicar-se aos salários do próximo ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. O que acontece às progressões e admissões?</strong><br />
As promoções e admissões vão ser congeladas. E no que respeita às progressões, estas aplicam-se também aos magistrados, oficiais de justiça, militares, diplomatas e polícias. Além disso, o número de contratados será também reduzido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. Há alterações no RSI e abono de família?</strong><br />
Sim. Será eliminado o aumento extraordinário de 25% do abono de família nos primeiros dois escalões. E os dois últimos escalões (onde se incluem os rendimentos mais elevados) deixam de ter direito a abono. O Governo anunciou ainda que vai reduzir em 20% as despesas com o Rendimento Social de Inserção (RSI).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. O que vai mudar na saúde?</strong><br />
O Governo quer baixar os encargos com o sub-sistema de saúde da função pública (ADSE). Adivinham-se assim cortes nas comparticipações em consultas, medicamentos e exames em 2011.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. As Empresas vão ter menos ajudas?</strong><br />
Sim. Outra das medidas do novo pacote de austeridade prevê a redução das despesas do Estado com indemnizações compensatórias e subsídios às empresas. O Governo garantiu ainda que irá cortar 20% das despesas com a frota automóvel do Estado no próximo ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6. O que acontece aos organismos do Estado?</strong><br />
Extinguir e fundir organismos da Administração Pública directa e indirecta é outra das medidas para conter a despesa. O Governo vai também reorganizar e racionalizar o sector empresarial do Estado reduzindo o número de entidades e o número de cargos dirigentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7. As Pensões vão ser actualizadas?</strong><br />
Não. As pensões, independentemente do seu valor, não terão qualquer aumento em 2011. Para que a medida se torne efectiva, a lei que determina como são feitos os aumentos das pensões terá de ser suspensa. Para isso, terá de ser votada no Parlamento.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte</strong>: DE</p>
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		<title>Porque Renovar a Confiança em Sócrates?</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 16:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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José Sócrates falava em Almada no final de um jantar com meio milhar de personalidades do distrito de Setúbal ligadas ao ensino, ao desporto, à cultura, à juventude e às empresas, no âmbito do encontro &#8216;Geração Activa&#8217;.
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="socrates 2009" src="http://www.imgnanas.com/images/635_socratesleg2009.jpg" alt="" width="550" height="750" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">José Sócrates falava em Almada no final de um jantar com meio milhar de personalidades do distrito de Setúbal ligadas ao ensino, ao desporto, à cultura, à juventude e às empresas, no âmbito do encontro &#8216;Geração Activa&#8217;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>«Grande parte das questões que estão em jogo nas próximas eleições [legislativas, de 27 de Setembro] tem, justamente, a ver com a atitude da descrença versus a confiança, a atitude do pessimismo versus aqueles que querem agir com ambição, energia e vontade para transformar o País»</strong>, sustentou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>«Nunca vi o pessimismo a criar um único posto de trabalho, mas sempre vi a vontade, a ambição, a determinação e a energia como as atitudes correctas, que permitem resolver os problemas e criar um País melhor»</strong>, sublinhou.</p>
<p style="text-align: justify;">Num discurso de uma hora, que se prolongou pela madrugada de hoje, o líder socialista advogou que <strong>«o dever dos políticos é nunca desistir da confiança»</strong> e antes <strong>«mobilizar as energias do País para fazer face às dificuldades»</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sua intervenção, José Sócrates recordou os investimentos feitos pelo seu Governo no sector energético, incluindo a construção de novas barragens e os incentivos financeiros à compra de viaturas eléctricas, assim como a ampliação da rede de banda larga de alta velocidade, dos cursos profissionais e a diminuição dos tempos de espera das cirurgias.</p>
<p style="text-align: justify;">O secretário-geral do PS relembrou ainda a necessidade de obras como o novo aeroporto e o comboio de alta velocidade para Portugal <strong>«não ficar periférico»</strong> em relação a outros países.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte</strong>: Lusa / SOL</p>
<p style="text-align: right;">
</blockquote>
<p>Para além destes pontos, é de destacar <strong>3 prioridades para o política económica</strong>:<br />
- Maior Independência energética (via renováveis e carro eléctrico)<br />
- Aumento das Exportações<br />
- Mais e Melhores Infrastruturas para combater a situação periférica.</p>
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